domingo, 17 de abril de 2011

FanArt



E este é mais um dos meus desenhos... Espero que gostem tanto dele, como eu gostei de desenhá-lo!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Novas Imagens de Oliver Tsubasa











Capítulo 4 - The Party - fanfiction "História Inesquecível"

A festa tinha mesmo de ser em casa do Benji, pois a nossa não tinha grande espaço. Tínhamos começado os preparativos para a tão esperada festa da “vitória”, o que vale é que o trabalho de equipa também estava presente na organização da mesma, pois todas as raparigas ajudavam. Começámos por decorar o Salão de jogos que podia facilmente tornar-se numa potente discoteca, tinha tudo, mesa de mistura, bola de espelhos, um chão que reluzia ao ritmo da música e também os vários focos de luz coloridos que provinham dos vários holofotes espalhados por todos os lados do salão. Com todos os preparativos, nós ficámos de rastos e nem sequer tínhamos notado que a noite já tinha engolido na sua escuridão e agora o que brilhava no céu era a Lua, uma luz doce e clara penetrava pelas janelas daquela casa.
Chegaram os rapazes e ficaram pasmados a olhar para nós, ao ver-nos tão atarefadas decidiram dar uma pequena ajuda, cada um se dirigiu para quem mais amavam e demonstrações de carinho e afecto foi o que não faltou, enquanto preparavam e arranjavam tudo, havia sempre tempo para uma eventual troca de beijos, abraços, olhares ou até mesmo sorrisos. Estavam todos animados e felizes.
Apesar do Pierre não ser meu namorado, e apesar de ser aquele que não me saía da cabeça, ele também me veio ajudar a prender os balões nas paredes. Eu cortei um pedaço de fita-cola e peguei num dos balões, dirigi-me para a parede que menos balões tinha, quando ia a colocar o pedaço de fita-cola sobre o balão para o fixar na parede, umas mão quentes e suaves tocaram as minhas e ajudaram-me delicadamente a fixar o balão na parede. Senti a aflorarem o meu rosto, pequenas partículas sanguíneas que faziam com que a temperatura das minhas maçãs do rosto subisse, sentia também o meu coração a precipitasse em batimentos frenéticos e vorazes e a velocidade a que o meu sangue corria pelas minhas veias era quase sufocante.
O Bruce reparou na minha cor alterada e prontamente disse: Já reparaste Pierre? A Daniela está a ficar vermelha! – Disse ele denunciando-me e deixando-me ainda mais embaraçada e enraivecida com ele, cerrei os meus dentes controlando o impulso de lhe dar um estalo.
- Cala-te Bruce! - Quando proferi estas palavras elas iam impregnadas de fúria e ele ficou mudo depois de tal repreensão.
No salão de jogos que agora se havia tornado numa autêntica discoteca, a música era ritmada e enérgica, fazendo com que ninguém ficasse indiferente e se começasse a mover ao ritmo da mesma, nem que fosse apenas com o pé ou a cabeça. Todos riam e conversavam alegremente, mas de repente um silêncio impregnou toda aquela sala, mas a música continuava a tocar, apenas nós tínhamos parado, a Andrea continuava com os auscultadores nos ouvidos e mexendo na mesa de mistura.
Eu dei de caras com o Schneider a entrar pelo salão a dentro, todos sabiam da surpresa que eu havia preparado à minha melhor amiga, mas mesmo assim não pudemos evitar ficar espantados a fitá-lo. O Schneider continuou a avançar na direcção da Andrea e pousou as suas mãos sobre as dela, que continuavam em movimentos rápidos fazendo com que os vinis girassem com imensa precisão. Eu estava atenta a todas as suas reacções, percebi que ela tinha reparado a quem pertenciam aquelas mãos delicadas, ela ergueu o seu rosto para conseguir vislumbrar o rosto dele, que apresentava uma expressão de pura dor e tristeza.
- Schneider que fazes aqui? – Perguntou ela atónita, com os seus olhos incrédulos e esbugalhados.
- Vim dizer-te para voltares para mim, eu sei que fiz mal, e não consigo viver sem ti, Andrea, eu amo-te – disse ele libertando tudo o que sentia no seu coração.
Mal ele acabou de dizer estas palavras, ele beijou-a e ela aceitou de imediato o beijo, vi uma pequena lágrima a escorrer pelo rosto dela, a luz que provinha dos holofotes fazia com que a pequena gota reluzisse.
Ao princípio eu estava um pouco receosa ao pensar que ela se pudesse chatear comigo por tê-lo chamado, para tentar uma reconciliação, mas depois o meu coração alegrou-se ao ver o quão felizes eles ficaram de novo.
Ela afastou-se um pouco dele e de seguida veio falar comigo: Foste tu, não foste? – Perguntou em tom de acusação. Eu respondi prontamente, com um ar convencido e superior (sou mesmo gabarolas eheh!): sim fui eu, já não aguentava mais ver-te assim e por isso convidei-o para a festa – estava tão feliz ao ver o novo brilho nos olhos dela que não reparei que o Schneider tinha chegado mais próximo de nós e rapidamente fui interrompida por ele, mesmo a meio do meu discurso de vitória!
- Perdoas-me? – disse ele pegando na mão dela com um enorme receio a transparece-lhe na voz.
A Andrea olhou para mim como se me perguntasse o que eu responderia no lugar dela, foi a essa interrogação feita apenas através do pensamento que eu respondi um pequeno gesto com a cabeça, transmitindo-lhe que a minha resposta era SIM!
Ela voltou a olhá-lo nos olhos e disse-lhe: A verdade e que tu me magoaste muito – disse ela pensando em tudo aquilo que ele lhe havia feito, o seu semblante ficou triste para logo depois mudar para um sorriso caloroso, ela prosseguiu: mas isso é passado eu perdoou-te. Rapidamente os lábios deles tocaram-se de novo e os braços dela colocaram-se à volta do pescoço dele fazendo com que ele ficasse o mais próximo possível dela.
Vocês sabem como é, há sempre alguém que gosta de estragar os climas e esse alguém aqui, chama-se Bruce, ele não tem mesmo remédio nenhum.
- Já chega de lamechices pessoal – disse o Bruce com um pouco de tédio na voz.
Dissemos todos em uníssono: BRUCE!!!
A Andrea afastou-se de novo do Schneider, denotei um sorriso matreiro no rosto dela, ela disse-lhe: vou continuar a pôr música, já venho – quando ela se ia a movimentar o Mark pôs-se à sua frente impedindo-lhe a passagem e disse: Deixa-te estar eu vou lá.
O Mark era um excelente jogador, um dos seus melhores remates era o Tiger Shoot, mas ao mesmo tempo ele era um excelente DJ.

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Eu não fazia ideia do que o Oliver ia fazer a seguir, já se tinha passado algum tempo desde que a festa tinha começado, e eu estava bastante entretida cantando todas as músicas que passavam. Cantava apenas movendo os lábios. Foi ai que ouvi o ruído do microfone a aproximar-se demasiado da coluna (o chamado feedback) quando olhei para o pequeno palco, onde agora estava o meu irmão com o microfone à sua frente e um foco de luz a incidir fortemente sobre ele.
Os seus lábios moveram-se, um sorriso matreiro apareceu no seu rosto, ele desviou o seu olhar para mim e eu logo percebi o que ele ia fazer. Não, ele não ia ser capaz de fazer isso… - pensei eu.
- Não sei se vocês sabem mas a minha irmã é uma excelente cantora, por isso Daniela o palco é todo teu – disse ele, revelando a todos o meu segredo. Eu fiquei completamente corada. Eu abanava a cabeça dizendo-lhe que não, mas depois todos começaram a insistir: DA-NI-E-LA! DA-NI-E-LA!
E eu não consegui resistir a todos aqueles olhares curiosos e à motivação das suas palavras, rapidamente subi ao palco e pedi ao Mark para pôr a música: “El Mundo Bailando” da Belle Perez.
O microfone estava à minha frente e assim que a música começou a tocar, eu senti o sangue a atingir as minhas veias abruptamente, era a adrenalina de estar em cima de uma palco. Os meus lábios moveram-se e o som começou a emergir das minhas cordas vocais sem nenhuma dificuldade.
Quando acabei de cantar toda a gente ficou de boca aberta, o que me deixou um pouco preocupada, mas rapidamente o meu medo foi afastado pelo ruído das sonoras palmas que recebia agora do meu “público”.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Resultado Da Sondagem

Pois é os nossos queridos leitores votaram e cá estão os resultados:
Sim- 73 votos (93%)
Não- 2 votos (2%)
Talvez- 1 votos (1%)
Limito-me a vê-lo- 2 votos (2%)
Outros - 0 votos (0%)
Pelos os vistos quase todos os nossos leitores gostam muito do nosso blog e nós orgulha-mo-nos disso porque é o que nós tentamos fazer sempre: Com que toda a gente goste e se sinta bem a ver o nosso blog! :)
Beijinhos
Viva a oliver e benji!!

domingo, 10 de abril de 2011

Capítulo 21 - Um Pouco ou Nada Molhados - fanfiction "A New Life"

Livro 2 – Patrícia
O caminho para aquele enorme palácio (sim eu considerava aquilo a que o Benji chama de casa um palácio) foi muito calmo e sereno, sempre com a brisa fresca do Inverno levando consigo as folhas de tom acastanhado das árvores, numa dança encantadora, levando os nossos olhos a rodopiarem ao mesmo ritmo que elas se moviam. Eu sentia um calor agradável a atingir o meu corpo era a sua mão que o transmitia através da sua palma da mão em contacto com a minha. A Rita e o Toby tinham o olhar focado um no outro, ele permanecia com o braço envolvendo a cintura dela e aproximando-a mais de si enquanto ela sorria e pousava delicadamente o seu rosto no peito dele.
Mais alguns passos e chegaríamos ao nosso destino, páramos em frente do enorme portão revestido por tinta verde envernizada e que brilhava incessantemente sob aquele sol de Inverno, quente por dentro e gélido por fora. O portão dividiu-se em duas partes iguais totalmente simétricas e assim que o espaço entre essas duas partes aumentou, um pequeno ruído de algo que se aproximava a enorme velocidade fez-se ouvir a um ritmo compassado, parecia que fazia bastante pressão no solo, pois a cada passada o barulho tornava-se cada vez mais perceptível, ao fundo vi uma sombra de algo que se apoiava em quatro patas, era isso…
Ele continuava a avançar, estava cada vez mais próximo de mim (tenho de admitir que fiquei com um pouco de receio), senti um forte impacto sobre mim que me levou a perder o equilíbrio o que fez com que eu caísse no chão com alguma brutalidade, magoando um pouco as costas naquele pavimento, mas nada de muito grave.
Senti uma superfície rugosa e um pouco molhado a passar pela minha cara, era a língua do enorme cão que me havia deixado rendida no chão, era um belo pastor alemão de pelagem castanho chocolate, umas orelhas pequenas e um focinho grande.
- Patrícia estás bem?- disseram a Rita e o Benji em uníssono, as suas vozes tinham um tom de preocupação.
- Sim estou – disse eu a rir e acariciando o Yuki, Enquanto ele balançava a cauda e me lambia a cara com a alegria estampada nos seus olhos. Eles suspiraram de alivio ao ver que eu estava bem e um segundo depois estávamos todos a rir, (Não sei bem porquê).       
 Passado um pouco o Benji ajudou-me a levantar e a tirar o Yuki de cima de mim, ele era muito amigável, à maneira dele...
O Benji decidiu fazer-nos uma visita guiada por toda a casa (eu disse TODA).
Começou então por nos apresentar a parte inferior da casa. A primeira coisa que vimos foi a enorme sala de estar cuja sua cor nos transmitia serenidade, o Branco que a envolvia era tão puro como os olhos dele (puros e profundos), a sala também tinha várias janelas a toda a sua volta e também um chão de madeira que brilhava com a luz do sol. Três sofás permaneciam também naquela sala, 2 grandes formando um ângulo de noventa graus em frente ao grande televisor que estava afixado à parede e uma pequena poltrona com vista para o lado de fora que com a luz do sol se tornava maravilhoso e brilhante.
Encostados às paredes, de forma seca e quase arrogante, estavam os vários armários cujas prateleiras estavam recheadas de todo o tipo de relíquias: taças de porcelana, algumas peças de cristal e outro tipo de adereços. Alguns quadros também se espalhavam pelas paredes.
Havia também umas escadas em caracol que davam acesso à parte superior da casa onde se situavam os quartos e as casas de banho. Depois fomos para a sala de jantar que também tinha muitas parecenças com a de estar, era também branca, mas tinha uma mesa grande, com 6 cadeiras e uma lareira.
As próximas divisões foram as casas de banho, a cozinha, o escritório. Depois passamos para o 2ºpiso daquela enorme casa. O Benji abriu a porta de um quarto, onde a luz do sol incidia com bastante intensidade na janela fazendo-se notar um amarelo naquelas paredes brancas, havia uma cama de casal, um armário e uma casa de banho.
- Rita e Toby este é o vosso quarto agrada-vos? – Disse o Benji num tom de brincadeira, e prosseguiu – bem vou deixar-vos um pouco a sós, já cá venho ter – Disse ele puxando-me para junto dele e fechando a porta do quarto.
De seguida ele encostou-me com alguma brutalidade à parede, parecia estar pronto para me atacar, rapidamente os seus lábios tocaram os meus, ele começou a beijar-me de uma maneira que me deixava louca, começando na testa e descendo até ao pescoço, por todos os sítios que os seus lábios passavam eu sentia a delicadeza, a loucura e o carinho do toque dos seus lábios na minha pele a inundar-me completamente por dentro, fazendo-me soltar vários suspiros. O que é que ele queria afinal deixar-me louca?
- Benji… - disse eu tentado que ele olhasse para mim, mas ele simplesmente ergueu a cabeça e beijou-me de novo, os seus lábios estavam mais ansiosos que antes, o que me fazia arrepiar, mas sorrir ao mesmo tempo. Ele afastou-se, deixando de estar reclinado sobre mim e disse: O nosso quarto é este aqui - disse ele andando uns dez passos para a frente e abrindo a porta do seu quarto.
- Tu já o conheces – disse ele sorrindo, pude perceber que ele estava a pensar no mesmo que eu, na 1ª vez que entrei naquele quarto... Ao pensar naquele momento, todas aquelas imagens inundaram de novo o meu pensamento, o seu corpo molhado, os seus lábios sobre os meus, os seus braços quentes e fortes, ao pensar em tudo aquilo não pude evitar soltar um suspiro.
Ele sorriu e disse: Vamos chamá-los, só falta a parte de fora da casa – disse ele, como se não fosse algo de grande relevância. Eu perguntei a mim mesma: Só? Achas que é pouco? Já viste quantas divisões tem este palácio?
Eu tinha algum receio de incomodar a Rita, já             que ela se estava a esforçar imenso ao tentar não incomodar-me, nem a mim nem ao Benji, mas pensando bem acho que ia ser divertido apanhá-lo em cheio! Uma onda de malícia percorreu o meu corpo e ficou concentrada no meu olhar.
- Eu vou lá chamá-los, vai andando para baixo – Disse eu lançando lhe o melhor sorriso que já tinha dado na minha vida, ele ficou um pouco a olhar para mim, e como sempre não resisti e beijei-o, aquele olhar, aqueles braços fortes à minha volta, aqueles lábios, aquele carinho, aquele amor, era tudo para mim.
Aproximei-me do ouvido dele e sussurrei-lhe: Amo-te, Price, Benji Price – disse tentando imitar a voz dele no primeiro dia em que o vi, quando chegámos a Nankatsu. Ele sorriu e eu fui chamar a minha irmã e o Toby.

Livro 1 – Rita
Agora eu via o quão grande era aquela casa, os móveis, os quadros e todas aquelas divisões… Era mesmo um palácio, de deixar qualquer um boquiaberto, e ainda continha os mais diversos compartimentos: salão de jogos (que também se transformava numa autêntica discoteca). O Benji fez questão de nos mostrar todos os pormenores da sua casa, que para mim era um exagero, quem é que precisa de uma casa assim tão grande?
Foi ai que me lembrei da pequena cabana onde eu tinha entrado esta manhã, e que me levava a um mundo encantado, o cheiro da madeira misturava-se com o aroma das flores e o ambiente tornava-se agradável, digno de um conto de fadas…
Quando dei por mim já tínhamos alcançado o 2º piso da enorme construção que se estendia por baixo dos meus pés. O Benji abriu uma das portas que dava acesso a um dos quartos.
Eu não fazia ideia do que ele ia fazer a seguir, mas ao perceber os sons que emitia pelos seus lábios senti pequenas partículas sanguíneas a concentrarem-se nas minhas maçãs do rosto, deixando-as completamente vermelhas e quentes.
- Rita e Toby este é o vosso quarto, agrada-vos? – eu percebi o quão aquela frase estava carregada de más intenções, ele permanecia com a sobrancelha franzida e com um sorriso enviusado, aquilo irritava-me profundamente. Sentia o meu rosto a arder…
Senti que uns dedos suaves e delicados acariciavam docemente a minha mão e assim que senti o seu toque quente e meigo, foi quase como uma reacção automática, deixei de pensar nas pessoas à minha volta, o meu cérebro parou, o meu coração acelerou e o meu olhar ficou focado naqueles olhos achocolatados que me fitavam num tom doce e carinhoso, e com um brilho indiscritível. A minha atenção foi completamente roubada por ele…
Ele apertou a minha mão e puxou-me delicadamente para perto dele, Não me apercebi que já havíamos passado a porta do quarto, onde agora permanecíamos no seu interior.
O sol tardio incidia fortemente nas janelas de vidro, que brilhavam iluminadas por aquela luz incandescente e no ar persistiam vários reflexos marmoreados que decoravam docemente as paredes brancas.
O meu cérebro não estava em mais lado nenhum a não ser ele, que agora me envolvia o corpo com os seus braços numa atitude quase protectora, ele inclinou-se um pouco para tocar os meus lábios, ai o meu coração parou de súbito para depois voltar ao ritmo frenético e descompassado de antes. Os seus lábios encontraram os meus, num ritmo meigo e quente, eu sentia a sua língua passar docemente sobre a minha.
Os meus braços, num movimento involuntário colocaram-se à volta do pescoço dele, e as minhas mãos entranharam-se no seu cabelo que era suave e macio, puxando-o cada vez para mais perto de mim.
Não ouvi mais nada do que o Benji e a Patrícia disseram, apenas ouvi o ruído da porta a ser fechada, não havia mais nada naquele momento a não ser eu, e ele.

Livro 2 - Patrícia
Bati á porta e esta foi aberta por dois seres cujo olhar era coberto de brilho e felicidade.
-Vamos, o Benji já está a nossa espera – disse eu, informando-os.
Quando chegamos ao 1º piso, estava o Benji do lado de fora da casa, reparámos que ele tinha saído por uma janela do canto da sala, que afinal era uma porta de vidro, nós encaminhámo-nos para ele, rapidamente passámos a porta de vidro e o ar puro e fresco da noite envolvia agora todos nós.
- Aqui é o meu ‘’relvado’’, tenho ali uma baliza onde eu treino – disse ele apontando para uma baliza que estava do lado direito do ‘’quintal’’. Andámos uns metros para a esquerda e vislumbrámos uma enorme piscina, não me pude conter, aquela água brilhante fazia com que os meus olhos se deliciassem e eu fosse percorrida por um impulso que me fazia de imediato mergulhar e sentir a água a embater suavemente no meu corpo, os vários reflexos que esta fazia acompanhada pela luz do sol e pela sua doce agitação era completamente tentadora.
- Brutal uma piscina! – disse eu com entusiasmo na voz - Posso ir dar um mergulho?
- Deve estar muito fria… - disse ele encaminhando-se para a beira da piscina metendo a mão dentro de água, para testar a temperatura da mesma.
Aproximei-me dele, sem ele se aperceber e empurrei-o para piscina. Rapidamente a força gravitacional fê-lo cair para dentro da piscina, deixando-o todo molhado e eu não pude deixar de soltar umas gargalhadas, nem eu nem os dois seres que permaneciam abraçados um ao outro e com enormes sorrisos estampados no rosto. Tive que parar de rir um pouco para conseguir ganhar fôlego e os meus músculos abdominais já começavam a doer de tanta gargalhada
Ele fitou-me um pouco ou nada enraivecido e disse: muito engraçadinha, ajuda ai se faz favor – disse ele dando-me a mão para eu o ajudar a levantar. Eu estiquei a minha mão para o ajudar, mas quando lhe dei a mão ele agarrou-a, puxou-me e eu cai para dentro de água também. Eles riam e riam sem parar, eu estava toda encharcada a minha camisa os meus ténis os meus calções.
-Ai é já vais ver – disse eu mandando-lhe água, ele sorriu maleficamente e rapidamente a sua mão embateu na água e eu senti o meu rosto a ser atingido por um monte de gotas fazendo com que eu fechasse os olhos. Quando eu me ia vingar, ele mergulha rapidamente, comecei a olhar para todos os lados, ele não aparecia, de repente senti algo a puxar-me os pés para o fundo da piscina, a minha cabeça ficou submersa. Senti um corpo encostar-se a meu, mesmo por cima das roupas molhadas eu podia sentir o seu corpo como se não existisse nenhuma barreira entre nós, o seu calor era tão agradável, emergimos de novo. Eu tinha ficado um pouco irritada com a brincadeira dele ia começar a refilar com ele quando algo me impede de prosseguir com o meu discurso de descontentamento, eram os seus lábios que se encontravam agora junto dos meus. Não conseguia chatear-me com ele mesmo que quisesse ele não me deixava.
Vi a Rita e o Toby a irem embora, ouvi algo sobre eles irem para a cozinha, fazer qualquer coisa não tinha percebido muito bem o quê, também ouvi algo sobre não demorar mos muito por causa de uma eventual constipação, mas nada de mais. O que importava era que estava ali com ele, ambos molhados , sentindo o seu corpo encostado ao meu e o seu calor a penetrar pelo meu corpo, e sentindo os seus lábios a tocarem meigamente os meus.

sábado, 9 de abril de 2011

O Campeonato Mundial De Júniores - FanFiction OneShot

OneShot - quer dizer que é uma fanfiction composta por apenas 1 capítulo.
Esta Fic foi escrita por uma das nossas leitoras, espero que gostem.

Estádio Nacional do Japão – Jogo de encerramento do Campeonato do Mundo:
Estamos em período de descontos, o árbitro dá mais 2 minutos para finalizar a partida. Neste momento o Japão está empatado a 1 bola contra a Alemanha. Sneider tem a bola, passa para um companheiro mas, este perde a esfera para o Misaki. Toby corre para junto da grande área: Toma Oliver!
Oliver: Está certo – disse ele preparando -se para executar o seu remate colocado. Está mesmo frente a frente com o guarda – redes chuta …
Oliver: Entra …
É golo, golo, goloooo. E o Japão ganha este desafio contra a Alemanha, tornando-se assim o número 1 no Mundo. É inacreditáveis meus senhores e minhas senhoras…
Benji: Boa Oliver! Nós conseguimos realizar o nosso sonho “Ser os melhores”
Toby: Pois foi! Tudo graças a esta equipa maravilhosa – dá uma palmada nas costas do Bruce.
Bruce: Está claro comigo na equipa… - faz uma pausa – como podias perder? – Pergunta com uma expressão de convencido.
Todos: Ahahah – rindo-se do Bruce.
Oliver: Certo. Todos tivemos um papel importante neste campeonato – suspira – E agora está na hora de agradecermos aos nossos adeptos por o seu contributo e apoio. É a última ciosa que vos peço como Capitão – Afirmou sorrindo.
Todos: Certo, Capitão Tsubasa – Dirigindo-se para os fãs formaram uma recta e curvaram-se para retribuir o apoio deles – Obrigado por tudo!!! – Expressa a selecção Japonesa. Os fãs aplaudem estes heróis da nação, proferindo o nome do seu país e acenando as bandeiras japonesas.
Treinador: Rapazes, podem ir para os balneários arranjarem-se, porque de seguida têm uma conferência de imprensa.
Todos: Certo! - Encaminhando-se para os balneários.
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Jornalista: Price, o que achou do desempenho da selecção?
Benji: Na minha opinião, a selecção teve um desempenho extraordinário. Nós já sabíamos com quem íamos lidar, pois já foram disputados jogos entre as nossas selecções. O Sneider é um bom rival para mim.
Jornalista: Misaki, não tem jogado com regularidade em grandes clubes franceses, foi complicada esta competição?
Toby: Bem, inicialmente também tive bastante receio de não alcançar o nível do Oliver, uma vez que nós constituímos o “Duo de Ouro” e eu julgava que não ia aguentar-me ao lado de um jogador tão grandioso… - de súbdito é interrompido pelo Oliver.
Oliver: Ora, não digas disparates. Nós, desde o primeiro dia que nos dávamos em perfeita sintonia. Porque é que isso iria mudar agora? – Interroga ele o Toby.
Mas o Toby vira-se para ele e encolhe os ombros, pois não sabia a resposta àquela questão.
Jornalista: Tsubasa, uma vez que foi o autor deste triunfo quer dizer ou dedicar algo a alguma pessoa?
Oliver: Sim. – Afirma todo sorridente – antes de mais quero agradecer o apoio aos fãs e adeptos do futebol, depois gostaria de agradecer ao Roberto Maravilha … - faz uma paragem – porque se eu não o tivesse conhecido não sei o que iria suceder – se. – Esboça um enorme sorriso e um brilho nos olhos – Roberto, devo-te tudo o que sei… ensinaste-me muito e eu a ti? … - Questiona – Não é cara! - Vocifera ele com um brilho infinito nos olhos pretos sem fim. E… - prossegue - ainda pretendo dedicar o golo da vitória a uma pessoa aqui presente … -suspira fundo – o seu nome é Patty – apontando para ela.
A Patty não esperava que o Oliver agir-se daquela maneira, por isso ela ficou bastante envergonhada. Tanto que as suas bochechas pareciam que iam explodir … explodir de AMOR e ALEGRIA que ela sentia.
O Oliver continua com a sua dedicatória que se ia tornar rapidamente numa declaração de afecto entre dois Seres Humanos. Estava um pouco nervoso mas, encheu o peito de ar e pronunciou: Eu, Oliver Tsubasa AMO-TE… Patty Sanae. Pronto já me declarei…
A Patty escutando estas palavras (de que esperava à tanto tempo) não hesitou, correu para os braços fortes e calorosos do Oliver que a abraçou com muita paixão. Ela sussurrou-lhe ao ouvido: Eu também te amo muito e há muito tempo … pensava que nunca mais essas palavras te iam sair da boca – aproximou-se dele lentamente, e os seus lábios tocaram os dele. Ambos estavam ansiosos por aquele beijo. Foi um beijo longo, meigo e muito caloroso.
Toby: Oliver… - batendo-lhe nas costas – estamos a meio de uma conferencia de imprensa. - Declarou ele.
Oliver: Ai, pois é – proferiu um pouco atabalhoado.
Patty: Que vergonha… à frente da imprensa… amanhã todos vão saber – Pensava desesperada.
Patty afastou-se do Oliver que regressou ao seu lugar, juntos dos outros colegas.
Jornalista: Oliver e os restantes, o que planeiam fazer após este campeonato?
Todos: Naturalmente … jogar futebol. Em qualquer lugar que estejamos junto ou sozinhos o FUTEBOL será a nossa VIDA e o nosso abrigo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

FanArt

Yhei! Estou tão feliz, finalmente vou poder dedicar-me ao blogue com todas as minhas forças!
E aqui está mais um dos meus desenhos! Toby Misaki!

cliquem na imagem para ver maior

Rita Misaki - Volta ao Ataque 2 XD
Espero que gostem...

terça-feira, 5 de abril de 2011

Actualização de Informações

- Como alguns de vocês já devem saber, "Campeões a Caminho da Glória" (Título Original: Captain Tsubasa) voltou a dar de novo na RTP2 à hora de almoço (por volta das 13:25h - 13:30h). O episódio de hoje foi o número 7 "Espírito de Equipa".



- Aos Sábados e aos Domingos de manhã (7:30h) no espaço dedicado às crianças da RTP1 (Brinca Comigo) também é transmitida a série "Campeões a Caminho da Glória".


Desculpem por não ter revelado isto antes, mas não tenho tido oportunidade de aceder ao computador.