sábado, 10 de março de 2012

1º Parte do Capitulo 8 – Começa Hoje O Treino

Não fizemos mais nada até que á nossa frente mais ao fundo estavam 3 miúdos a jogar á bola, um miúdo chutou a bola, outro miúdo ia a correr para apanhar parecia guarda-redes eu virei para o meu irmão para se despachar. O rapaz que ia apanhar grita: CUIDADO!!
A bola ia directamente a mim, eu como tenho bons reflexos apanhei a bola na boa, abaixei e mandei com a mão a bola para o meu irmão, o meu irmão chuta e vai directamente a eles. Nós continuamos a andar como não se acontecesse nada. Fomos para “casa”, pois que a casa era do rapaz, lidamos logo muito bem com o Ulrich, é como o “mordomo” se chama. Depois de nós acabarmos o jantar fomos para a sala ver televisão, o rapaz chega.
- Ulrich, cheguei!
Ulrich: Olá Benji. Como foi o treino?
Benji: Bem, por acaso o Fred não ligou para cá?
Ulrich: Não. Porque?
Benji: Ele disse que vinha uma treinadora cá para ajudar-me a personalizar-me mais, mas ela ainda não voltou.
Ulrich: Ah! Vai á sala.
Benji: Ok. (Foi á sala) Oh, olá.
David: Olá, eu sou o David Maravilha.
Leonor: E eu sou a Leonor Maravilha, e vou se tua treinadora, pelo que o Fred disse.
Benji: Eu sou o Benji Price, muito prazer. Vocês vão ficar cá em casa não é?
David: Sim.
Leonor: Olha amanhã tens treino a que horas do Grunwald?
Benji: Ok, de manhã é das 9 às 11, depois á tarde é das 14 às 19.
Leonor: Boa, não faz mal treinarmos á noite?
Benji: Por mim não, o campo está aberto até tarde.
David: Então treinamos á noite.
Benji: Está bem.

Era tarde e fomos dormir, eu estava na cama sem fazer nada não tinha sono, desci as escadas e fui para sala, levei um caderno e um lápis, fui escrever e só tinha a televisão acesa, mas com o som baixo. Ao meu lado estava o Benji a dormir, não sabia nada da sua presença e também não fiz barulho. Ele acordou e eu estava concentrada a escrever no meu caderno que ele nem quis incomodar, ficou ali a olhar para mim de uma forma estranha. Deixei-me dormir no sofá. O Benji foi com cuidado para não me acordar, levantou-me e levou-me ao quarto.
Acordei na cama, foi muito estranho, porque só me lembro que adormecer no sofá, se calhar o meu irmão viu-me ali no sofá e levou-me para o quarto, isso logo se vê.
O Benji foi-se embora, quando acordei, já o tinha visto a sair.
Veio uma rapariga visitar-nos, não a conheço, mas o Ulrich apresentou-me.
Ulrich: Olá menina Lara, olha esta é a Leonor a nova treinadora do Benji.
Lara: Olá, eu sou a Lara, a assistente da selecção Europeia.
Leonor: Olá, eu so…
David: Oláaa, eu sou o David e sou irmão gémeo da Leonor. (ele tinha interrompido e ao dizer aquilo tinha os olhos focados na Lara. Disse tão rápido que não tive tempo de reagir.)
Leonor: Olá, eu sou a Leonor. Desculpa o meu irmão.
Lara: Não faz mal. (disse ela rindo corando)

Leonor: David, de repente ficaste… hipnotizado por ela?
David: Isso notou-se? Ela é tão bonita. (disse ele quase babando)
Leonor: Ahaha ai David, vais bem, vais.
David: O que é? (disse ele com uma cara de parvo)
Leonor: Nada, é que eu não te via assim á muito tempo, mas a sério, é bom ver-te assim.
David: Ah ok… Ela é tão lindaaa.

Lara: O que é que vocês vão fazer hoje?
David: Ham… (disse ele a coçar a cabeça para se lembrar de alguma coisa)
Leonor: Sei lá, eu ia escrever alguma coisa para o treino de hoje.
Lara: Ah está bem.
Leonor: Mas se fores algum lado, podias levar o David. Como eu vou estar ocupada.
David: Por mim pode ser.
Lara: Por mim também.
Leonor: Está bem, então divirtam-se.
David e Lara: Está bem.

Eles saíram juntos, não me apetecia já ir escrever, também ainda não tinha fome para o pequeno-almoço, então fui correr. Estava de legings (cor preta), com uma blusa comprida azul e com um casaco, aquele que já tinha á dois anos. Nunca o largava, era especial, já não me lembrava quem me deu, mas só sabia que era especial. Já estava a passar pelos campos onde o Benji estava a treinar, ele estava lá, parei para ver alguma coisa, mas só estava lá pouca gente por isso, continuei com a minha corrida lenta, para não me cansar.

Na minha corrida passei por um rapaz, nós olhamos nos olhos nos olhos. Comecei a andar, parecia que nos já tínhamos visto antes, olhamos um para o outro com um olhar doce, era instinto que nos levava a este momento, só não paramos de andar e de olhar, porque naquele momento tínhamos pressa, sentíamos isso. Via-se os nossos risos, os nossos olhos, o nosso andar, um sentimento, mas durou apenas 30 segundos.
Fui para casa a pensar nisso, a correr, estava a ficar cansada e o meu coração parecia que não aguentava mais, continuei a correr com aquela imagem na cabeça. Nunca sai, repetia, repetia, repetia, repetia, e nunca mais parava, o andar dele era especial quanto mais os olhos e o cabelo, os olhos azuis e cabelos loiros curtos, para mostrar a sua face.

Cheguei a casa um pouco abalada, pois eu estava a pensar só nele, eu tinha impressão que eu já o conheci antes, era só uma sensação.
Fui tomar banho e vesti-me, fui para a secretária do Benji, era numa sala lá em baixo ao pé da sala e ao lado de um quarto, era grande, estava mesmo bem decorada e armários cheios de livros, mapas e fotos do Japão, fotos de jogadores de futebol, parecia mais um 2ºquarto dele, o dele de lá de cima era muito mais arrumado.

Fiquei ali a pensar nele, ainda só tinha escrito duas frases no caderno, o quarto estava escuro, na janela quase não vinha um raio da luz com a janela fechada, ali eu estava sentada numa cadeira com rodinhas por baixo com a mesa á frente e em cima dela um candeeiro aceso para eu ver alguma coisa, o Benji chegou eu continuei ali sentada, ele viu uma luz acesa e foi ver o que se estava a passar, já era 13 horas, ele continuava ali a ver-me, parece que gostava de me ver concentrada. Já tinha começado a escrever á muito tempo já duas páginas, parei por um bocado e virei-me para a porta reparei no Benji.

Leonor: Desculpa, eu entrei aqui sem a tua autorização. (Tinha ficado corada, levantei-me e peguei no caderno e tudo e pus junto ao peito para conseguir levar as coisas.)
Benji: Não faz mal, podes estar ali. (Ele foi contra mim, pegou nas minhas coisas e pôs em cima da mesa, pegou-me na mão e levou-me para a cozinha para irmos almoçar)
O David e a Lara não voltaram, o que é que estarão a fazer, comemos esparguete á bolhanesa, mas atenção á maneira italiana, que bom!!! É o meu prato preferido àquela maneira. Ele foi para o treino da sua equipa, eu fui buscar o meu plano de treino para ele e fui acabar de escrever nele.
Já eram 18:45 e fui-me embora, estava a ir devagar sem pressa, mas o tempo já estava a ficar com o ponteiro nos 55 minutos.
Cheguei e eram 19:05.
Leonor: Desculpa Benji de ter chegado atrasada.
Benji: Ahahaah não faz mal. Vamos treinar sim.
Fomos fazer remates á baliza.
Leonor: Olha Benji, eu posso ser rapariga, mas o teu treinador pôs-me a treinar-te por uma boa razão. Defende esta.
Benji: Eu vou defender, isto vai ser fácil.
Leonor: Isto é um remate cheio de efeito, um que nunca viste, vais ficar bem entretido durante este remate.

sábado, 3 de março de 2012

Capitulo 7 – Veio o Verão E Ida Ao Brasil

Já passou dois anos e já tenho 15 anos. Eu ainda estava na escola, faltava uma semana para ser Verão. Eu odeio o Verão, há muita gente que goste, mas eu nem o meu irmão gostamos. Primeiro é aborrecido e segundo não se faz nada, ainda bem que vou para o Brasil, porque quando vamos lá é inverno, mas ao mesmo tempo está calor.
Hoje é o último dia, fui a uma festa, havia muito diversão e tudo mais. Depois voltei para casa.
Eram 3 da manhã e era o meu primeiro dia de férias. Acordo com um pirralho a chatear-me.
David: Leonor! Leonor! Acorda! Leonor!
Leonor: O que é?? Pára de me chatear.
David: Acorda, é para irmos para o Brasil!
Leonor: Já? Hoje? Agora?
David: Sim, Sim, Sim. O pai comprou para às 7 horas o voo.
Leonor: E tinhas que me acordar a esta hora, porque?
David: Tu demoras sempre uma eternidade a fazer as malas.
Leonor: Até parece.
David: Vá a levanta-te! Vá!
Levantei-me e fui fazer aquilo que faço todas as manhãs. Fiz as malas e fui para o aeroporto, era 7 horas e o altifalante já tinha falado do nosso voo.
Demorou horas a chegar e com aquele calor todo. Já chegamos e fomos para a rua. Não conseguimos ir apanhar um táxi para São Paulo, mas nós fomos a pé e fazer malandrices, coisas de irmãos.
Encontramos com uma pessoa no caminho.
David: Santana!
Leonor: Carlos!
Carlos (sempre com o seu ar de mal disposto): Olá. Vocês estão muito diferentes.
Leonor: Obrigada e tu estás cada vez mais alto.
Carlos: Pois é. O que estão cá a fazer?
David: Nós viemos visitar o nosso tio e pai, mas não sabemos onde é que eles se meteram.
Carlos: Mas eu sei. Eu posso levar-vos lá.
David e Leonor: Obrigada
Carlos: De nada.

Levou-nos até eles, eles estavam na praia a treinar o Oliver, o meu pai também lá estava. O Carlos foi logo embora, via-se na cara dele que não gostava do Oliver, porque ele é o grande filho de Deus do Futebol. Fomos ter com o Oliver, o David começou logo a falar com ele, ambos ficamos muito contentes por o ver. Os três disseram que nós estávamos diferentes, só foi o nosso cabelo que mudou muito o tom, quer dizer, ficou dourado, mais nada.
Fomos para casa, o Oliver ficou, numa espécie de hotel, mas diferente. Nesse mesmo quarto estava o Pepe. Ele é muito fixe.

Era de manhã e acordei primeiro que o meu irmão, fui dar uma volta fui a correr, mas de uma forma que não me cansasse, aliás já consigo mais ou menos controlar o batimento do meu coração.
Encontrei-me com o Treinador Fred no caminho parecia que ele quisesse falar comigo.
Fred: Bom dia.
Leonor: Olá.
Fred: Tudo bem?
Leonor: Sim. Mas o que faz por cá?
Fred: Queria falar contigo? (Nós sentamo-nos no banco que estava perto)
Leonor: O que é?
Fred: Eu gostava que fosse para Alemanha para treinares um guarda-redes.
Leonor: Eu? Você também já sabe?
Fred: Sim e foi o Senhor Katagiri me recomendou, sabes o meu rapaz precisa de estar mais concentrado na sua personalização.
Leonor: Oh mas eu não sei se sou a pessoa indicada, eu vou treinadora pela primeira vez. E na Alemanha não tenho sítio para ficar e ficar num hotel é um bocado chato.
Fred: Ah mas se aceitares eu já tinha tudo programado.
Leonor: Ham?! Se eu aceitar, já tinha casa? Mas o meu irmão iria comigo? Certo?
Fred: Sim, é claro. Ficavas na casa do meu rapaz, nós temos uma casa grande e chega perfeitamente para vocês.
Leonor: Eu tinha que passar primeiro por Portugal. Eu vou pensar primeiro.
Fred: Sim, tu tens ainda algum tempo. Eu deixo aqui o meu número e depois ligas-me quando tiveres a resposta.
Leonor: Está bem.

Cheguei a casa, contei logo ao meu pai e ao meu tio, eles gostaram da ideia, porque acharam com o potencial do meu “dom” seria bom ser treinadora. O meu irmão gostou, pois ele gosta muito de viajar. Liguei para o número do Fred, disse-lhe que aceitava. Ele gostou muito e ia para a Alemanha daqui a duas semanas.
Eu não me imaginava se treinadora, ou treinar alguém da minha idade ou uma idade mais velha.
Mas o Fred não me disse nada eu cada vez estou mais desconfiada, não sei se vai ser bom ou mau, mas arrisquei e aceitei.
Ainda vou ficar um tempo no Brasil e vou passar um bocado com o Carlos Santana, parece que mudou um bocado da última vez que o vi e já lá vai uns quatro anos.
Fui ao estádio com o meu irmão, vimos o Carlos a treinar, não parecia bem-disposto
como sempre. Eu não percebo qual é o problema dele, ele nunca sorri, quando éramos pequenos ele fartava-se de rir com a avó e o avô dele, mas morreram os dois ao mesmo tempo.

Já passou muito tempo desde que chegamos ao Brasil. Daqui a pouco tempo vou embora para Portugal e depois para a Alemanha.
Hoje era o último dia que estava no Brasil, despedi-me de todos, fui para o aeroporto e fui-me embora.
Cheguei a Portugal, fui a casa e parti logo de viajem, tinha mais malas do que tinha levado ao Brasil, aliás, agora vou viver na Alemanha. Cheguei a Alemanha, estava tão cansada que não fui já para casa do rapaz que irei treinar e fui para um hotel.
Acordei á uma da tarde, o meu irmão tinha saído do quarto, acho que foi almoçar também sai do quarto, fui toma um duche, vestir-me e fui comer, não encontrei lá o meu irmão, não sei aonde se meteu. Voltei fui lavar os dentes e depois disso fui buscar a minha mala para ir dar um passeio e ver-se o encontro. Sai do hotel, não foi difícil ir procura-lo porque ele estava no jardim á frente do hotel, ele tinha uma cara confuso e não sei porque. Ele deveria adorar de cá estar.
Leonor: O que se passa mano?
David: Já acordaste, estava aqui a pensar, se não conheceria este lugar.
Leonor: Ahaha, porque?
David: Sei lá, parece-me familiar.
Leonor: Ah ok. Já comeste por acaso?
David: Sim, por acaso, fui logo o primeiro a chegar para ir comer.
Leonor: Comilão. Queres ir dar uma volta pelo jardim. Para ver-se animas.
David: Ok.
Fomos dar um passei, fomos também á praia para fazer uma pequena diversão.
Fomos comer um gelado para o lanche, como era verão podemos ir fazer coisas divertidas.
Já era de noite, fomos para o hotel, liguei para o Fred para perguntar onde era mesmo a casa do rapaz, ele disse-me que era perto dos campos dos Grunwald, era uma casa grande.

Acordamos tarde, outra vez, mas desta vez ao meio-dia perguntei á recepcionista onde era no mapa os campos do Grunwald, ela disse-me onde era e fomos, foi fácil encontrar, mas ele não estava em casa e nós entramos na mesma. O homem que nos abriu a porta era de uma espécie de “mordomo”, mais ou menos para tomar conta do rapaz ele foi bem simpático para nós, já sabia que nós vínhamos, disse os quartos onde ficávamos e disse que agora íamos ser uma ”família”. Nós depois disso fomos ver os campos, lá vimos eles a treinar, como não sabíamos quem era fomos embora eu ia á frente e o David atrás.
E não fizemos mais nada.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Desafio Do Ano!

Olá, há quanto tempo!
Vimos por este meio comunicar-vos que será aberta uma "prova" para os mais corajosos, para os talentosos, ou para aqueles que não tem mais nada que fazer... ou simplismente para quem quiser divertir-se.

O desafio é o seguinte:
"Se entra-se uma novo personagem para Capitan Tsubasa, como seria essa personagem, qual seria o seu nome?"
-As personagens dos concorrentes podem ser eles ou outra pessoa inventada ou assim, mas não pode ser copia de outro anime.
-Podem ou não incluir poderes.
-Podem ser pequenas, grandes, magras, gordas, podem ser gays, podem ser o que quiserem, é ao gosto da pessoa.
-Obrigatorio! Trazer desenho e descrição junto com a personagem.

Quem quiser aderir basta mandar para o mail: oliver.and.benji.4ever.blog@gmail.com
Esperamos coisas bonitas e originais, ou obsenas voces é que sabem.

Oliver and Benji 4ver!

Resultado da sondagem

Pois é os resultados da sondagem foram os seguintes:
- Um novo visual com 8%
- mais músicas com 11%
- Outros animes com 16%
- Hiperligações a outro site interessante de música, anime ou assim com 13%
- Mais informações com 11%
- Outros com 2%
O vencedor foi mais fanfic's com 77%, vamos tentar fazer mais fanfic's mas nao prometemos porque sabem que nos temos escola e nao temos muito tempo

2º Parte do Capitulo - " A Final só começa agora"

Pois é pessoal eu por mim e quando poder vou por capitulos desta fanfiction, mas como ainda nao tenho todos vou pondo quando nao tiver deixo de por e ponho outras coisas. Mas por enquanto , aqui esta a 2º parte .


Roberto: Pois é menino! Olha eu não te vi a jogar contra a Alemanha. O que se passou?
Leonor: Nós os dois fomos parar ao hospital.
Roberto: O que é aconteceu?
David: O coração.
Porta-Voz: Vamos dar inicio á segunda parte deste jogo. Todos os adeptos torcem pelas suas equipas. Mas que entusiasmo!
Roberto: Ok, já não é preciso dizer mais nada.
Leonor: Que tal de ir ver o jogo?
David: Sim, isto está empatado 1-1.
Roberto: Vocês vão embora hoje, não é?
David e Leonor (respondemos com caras tristes): Sim.
Roberto: Lembrem-se que vocês vão-me visitar no verão e vão ver o Oliver.
David e Leonor (ainda com caras tristes): Sim, mas não é a mesma coisa.
Já estávamos sentados a ver o jogo.
Porta-Voz: Schneider está pronto para rematar, Tsubasa põe-se á frente, ele não consegue cortar a jogada e Schneider remata e é GOLO!!!!!!!!!!!!!!!!!! Scheneider consegue por o resultado 2-1!! É GOLOOO!!
Adeptos: Ahahah! ALEMANHAA!! SCHNEIDER!!
Claque: SCH-NEI-DER!! A-LE-MA-NHA!!
Leonor: Boa, estás a conseguir marcar! Gostava muito que o Japão ganhasse na realidade, porque é uma boa equipa e como o futebol japonês está a evoluir e vê-se que há uma nova geração.
Porta-Voz: Mark Landers passa pela defesa alemã, chega á baliza vai rematar, não passa para Toby Misaki, também não, ele atrasa para Oliver Tsubasa.
Leonor: VAI MARCAR!
David: Ai vai? Ele está muito longe e o guarda-redes é muito bom!
Porta-Voz: Tsubasa remate e e… é é GOOOLOOOO!!
Adeptos: HEYYYY!!! JAPÃO!!! TSUBASA!! TSUBASA ÉS O MAIOR!!!
Claque: FORÇA JAPÃO!!! FOR-ÇA!! JÁ-PÃO!!
David: Tio quem é que achas que vai ganhar? Como agora estão empatados.
Roberto: O Oliver nunca desiste, quando se fala em futebol, nunca se consegue tira-lo do campo.
Porta-Voz: Kaltz faz uma rasteira ao Japão! Tsubasa ainda continua no chão!
Adeptos: Ahahahah, ALEMANHA!! ALEMANHA!!!
Benji: O Herman Kaltz está mesmo desesperado para marcar um golo!
Bruce: Levanta-te Oliver!!
Toby: Oliver!!!
Mark: Levanta-te!
Roberto: SE LEVANTE OLIVER!!!
Leonor: LEVANTA-TE!!
David: PÕE-TE EM PÉ!!!

Roberto: VÁ SE DESPACHE! O TEMPO ESTÁ QUASE ACABAR!! OLIVER SE LEVANTE!!
Oliver: O quê? Eu ouvi a voz do Roberto, ele está ali a ver-me, eu tenho que me levantar. Eu tenho que marcar um golo e ganhar este campeonato!
Porta-Voz: Atenção, Tsubasa levantou-se, está a correr, ele ganha a bola, corre e finta todos os adversários. Remata. A bola está no ar.
Roberto: É um remate colocado!
Leonor: Vai entrar!
David: Bem, vocês já disseram tudo, o que é que eu faço?
Roberto e Leonor: Nada.
Porta-Voz: E é é GOOOLOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! O arbitro apita e acabou o jogo, Oliver tsubasa marca o terceiro golo e assim fica 3-2!!
Leonor: BOA!!!
David: HEYY!!
Leonor: Viste Roberto?
David: Roberto?
Leonor: Olha ali!
David e Leonor: Oliver! Oliver!
Oliver: Olá! Já estão melhor?
Leonor: Oliver, olha para trás.
David: Olha!
Oliver: Ro… Roberto!!!
Roberto: Oliver!
Oliver: Roberto!
Roberto: Olá!
Oliver: Que saudades!!!
Roberto: Eu também tive!
Oliver: Roberto!! (Ele corre e vai para os braços do Roberto e começa a chorar)
Roberto: Oh Oliver, eu venho-te buscar para ires comigo para o Brasil!
Oliver: Roberto!! Eu vou!!

Houve ali um momento muito deprimente. Eu desci e fui ter com o Karl.
Leonor: Karl!
Karl: Leonor! Nós perdemos.
Leonor: Eu sei.
Karl: Tiveste a ver com o teu irmão?
Leonor: Sim e com o Roberto. Oh Karl. Vou ter que me ir embora! (Começa a cair uma lágrima do meu olho)
Karl: Eu não quero dizer um “Adeus”. (Via-se na cara dele um ar triste)
Leonor: Nem eu. Mas eu vou dizer um “Até Logo”, porque eu sei que vou voltar a ver-te.Virei as costas e comecei a andar.

Karl: Leonor!!
Leonor: Diz.
Ele dá-me um grande abraço, ai não consegui resistir e comecei a chorar. O Herman K. estava atrás e também lhe dei um abraço. Fui-me embora a acenar para eles.
Fui ter com o meu tio, o meu irmão já estava comigo.
Leonor: Adeus Tio. Vemo-nos no verão, no Brasil.
Oliver: “Tio”??!!
David: Oliver, desculpa não te ter dito o meu último nome, mas não queria que soubessem que somos sobrinhos do Roberto Maravilha e filhos do Nelson Maraviha.
Roberto: Sais mesmo ao teu pai, David.
Oliver: Que bom! E vamos voltar a ver!
Leonor e David: Adeus! Adeus Selecção Japonesa! Foi um prazer em conhecer-vos!
A Equipa: Para nós também foi um prazer!

Foi difícil despedir-mos, fui ao hotel buscar as malas. Fomos para o aeroporto de autocarro.
Leonor: Eu quero ficar aqui! Já estou a morrer de saudades dele!
Eu não parava de pensar nele. Chegamos ao Aeroporto, o meu tio estava aqui, também ia voltar. Ia connosco no avião, porque ia ter com o meu pai para irem juntos para o Brasil.
Estava triste, a minha equipa estava a falar entre sim, mas eu estava a olhar para o chão e o meu tio estava falar com o Oliver por telefone, a combinar bem as coisas.
Ao fundo oiço uma voz.

- LEONOR!!!
Leonor: (virei-me para trás) Karl!
Karl: Toma! (ele deu-me um casaco, porque foi pelo o casaco que nós nos aproxima-mos)
Leonor: O casaco! (Comecei a sorrir)
Altifalante: Voo 504 para Portugal, parte daqui a meia hora.
Leonor: Vou partir.
Karl: Até Logo!
Leonor: Até Logo! (Dei um abraço a ele e fui embora.)
Roberto: Vamos! Os teus pais estão á vossa espera no Parque das Nações.
David: Que fixe!
Leonor: Vamos?
Entrei no avião e parti, olhava em torno da janela, eu conseguia o ver ele a dizer Adeus.

Karl: Até Logo Leonor. Nós os dois vamo-nos encontrar! Adorei os tempos que passamos. Até Logo.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Capitulo Um - Fanfiction por... Lira Wakabayashi


Eu sou a Lira, tenho 15 anos e vivo no Japão. Sou vizinha do Benji, ás vezes consigo espreitar pelos arbustos que cercam a mansão e muitas vezes assisto aos treinos dele. Tenho andado a imitá-lo, e… para já ninguém suspeita que eu o espio.
Sou a número sete da equipa de futebol feminina de Nankatsu, e adoro isso!

Depois de tomar o pequeno almoço, peguei nuns (mini) calções pretos contornados de branco e numa blusa de alça rosa xoque.
Naquela manhã eu ia fazer exercício correndo pelas ruas de Nankatsu.
Virando uma esquina espeto-me contra um rapazinho pequeno com uns onze anos e caí para trás de costas.
Eu: -Não vês por onde andas?!
Oliver: -Desculpa lá! É que eu desafiei o Benji Price! Estou a ir para lá!
Ele estava sorrindo e via-se na cara dele a ansiedade que o preenchia.
Bruce: -Passou-se!
Eu: -Hu-hum…! -Sorri enquanto me levantava.
Eles continuaram a correr e eu fiquei de costas para eles a olhá-los de canto de olho.
“Onde é que eles se irão encontrar?” “Com certeza será na casa do Benji”
Dei meia volta para trás e corri atrás deles.
Virei a esquina do quarteirão e vejo-os mesmo em frente da casa dele e a lançar a bola um contra o outro.
“Foram rápidos a começar”
Encostei-me de braços cruzados ao poste que estava mesmo á minha beira e fiquei assistindo ao espetáculo.
Um excelente rematador contra um guarda-redes imbatível vai dar que falar…!
Patty: -O que se passa com o meu Oliver???
Estremeci ao vê-la empoleirada nos meus ombros por trás de mim assim tão de repente.
Eu: -Acalma-te e aprecia a cena.
Ela correu disparada para a beira do Oliver e do Bruce.
Eu: -Que treta…
Continuei correndo por outra rua.
_ _ _

Quando estava a passar pelo campo de futebol reparei que eles estavam lá mais alguns rapazes do secundário.
A Patty não se cansava de gritar o nome do Oliver. Enquanto parei, olhei para os dois lados da estrada para atravessar, enquanto desci para a entrada do campo distraída a olhar para o chão… quando olho para a baliza vejo o Oliver a tentar dar com a cabeça na bola para marcar golo e o Benji já lançado no ar para defender.
Eu: -Inacreditável…
Não fui a única a dizer aquilo, todos estavam surpresos com o que estavam a assistir, a “claque” do Oliver estava mais babada do que nunca.
O Oliver tinha conseguido marcar golo, e o Benji tinha-se aleijado quando bateu com a testa contra a baliza.
O Benji levantou-se imediatamente e agarrou o Oliver pelo colarinho e começou a mandar vir com ele.
Foram lá alguns do secundário para o acalmar e deitaram-no de costas ao chão enquanto o Bruce e a Patty abraçavam o Oliver para festejar.
Corri até ao Benji e ajoelhei-me ao lado dele enquanto o ajudava a levantar.
Benji: -Larga-me! Não preciso de ajuda!
Não gostei nada da atitude dele e sem pensar espetei-lhe um estalo bem sonoro.
Eu: -Cala-te! Não digas parvoíces!
Ele calou-se e cedeu. Coloquei um dos braços dele sobre o meu ombro e ajudei-o a caminhar até minha casa.
_ _ _

Benji: -Para quê ir a tua casa? Leva-me até a minha!
Deixei-me estar calada e continuei a abrir a porta.
Sentei-o no sofá e fui buscar uma toalha.
Limpei-lhe o sangue da testa e fiz-lhe o curativo.
Benji: -Obrigado.
Eu: -De nada.
Sentei-me ao lado dele e liguei a televisão com o comando.
Eu: -Se quiseres podes ficar, ou vais para casa.
Ele continuou quieto e calado no lugar dele.

Créditos: Lira Wakabayashi
Escrita por: Lira Wakabayashi

domingo, 9 de outubro de 2011

Sobre a Sondagem!

Para a resposta "outros" comentem aqui o que acham que deve ser acrescentado ao Blog!


Agradece-mos a vossa colaboração para tornar este Blog o melhor possível, todos os dias!

Obrigado.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

1º parte do capitulo 6 – A Final, Só Começa Agora


 


 

Hoje foi de manhã o jogo de Portugal e Brasil, Portugal ganhou 3-2, á tarde foi o jogo da Inglaterra contra a Holanda e Holanda ganhou 0-4.

Á noite treinamos no duro, a equipa do Japão também, estávamos a treinar juntos e tinha sido ideia dos treinadores. Eu estava sentada no banco quando o Benji foi ter comigo.

Benji: Olá.

Leonor: Olá.

Benji: Olha, eu tenho-te visto muito com o Scheneider e o kaltz.

Leonor: Ok.

Benji: Eles já fizeram alguma coisa de mal?

Leonor: Eles por acaso falaram de ti, dos tempos antigos, das vitórias e que faziam uma grande festa. Fizeram só uma coisa com o Pierre.

Benji: Ahaha pois foi. Eu lembro-me muito bem. O que é que aconteceu com o Pierre?

Contei-lhe o que tinha acontecido, depois tinha acabado o treino fomos cada um para os seus quartos.


 

Era de manhã, o Japão ia jogar contra a Argentina e o Japão ganhou por 4-3, á tarde foi o jogo entre a França e a Holanda e a França ganhou por 2-1.

Á noite, o Karl e eu tínhamos combinado encontrar-nos esta noite. Então sai do hotel por voltas das 20 horas e foi ter com ele no jardim, antes de eu sair o hotel, o meu irmão estava-se a sentir mal e eu não sabia disso, porque sai á pressa. Ia a caminhar, comecei a sentir dores no peito. Era o meu coração e eu estava fraca, mas ao mesmo tempo queria ir tanto ter com ele, porque se calhar era esta a ultima vez que nos víamos, porque se perdermos vou ter que voltar para Portugal.

Eu já não via bem o caminho, mas conseguia o ver. Ele foi a correr ter comigo.

Karl: Leonor! Estás bem?

Eu ia no momento de fechar os olhos.

Karl: Leonor! Leonor!

Já tinha fechado os olhos.

Karl: O que se está a passar? Será que é alguma coisa com o coração? Vou chamar já a ambulância.


 

O meu irmão, estava a ter a mesma reacção que eu e era a hora do jantar. Ele sentia-se tonto, ele recebeu o tabuleiro com a comida, foi a andar para se sentar, de repente fecha os olhos e cai para o chão – disse-me o David.

O Karl chamou a ambulância e foi comigo.

Ele chegou lá, dá com a presença do meu treinador, a minha equipa e a equipa do Japão e o treinador, também estava lá o Benji.

Benji: Scheneider, estavas com ela, não estavas?

Karl: Price, sim estava. Como é que sabes?

Benji: Já vos vi juntos e calculei que ela estivesse contigo.

Karl: E tu? Porque é que estás aqui?

Benji: O David caiu para o lado, penso que ambos tiveram a mesma reacção com o coração.

Karl: Pois, era o que eu pensava.


 

O Oliver tinha os visto a falar e foi ter com o Benji e com o Karl.

Oliver: Oh olá Schneider. Tens algumas notícias Benji?

Karl: Olá Tsubasa.

Benji: Não, mas parece que a irmã também teve essa reacção.


 

Médico: Treinador, pode vir aqui?

Tiago (Treinador): Sim.

Médico: Tenho boas e más notícias.

Tiago: Diga-me por favor.

Médico: Eles os dois estão bons, eles só tiveram uma recaída com o batimento do coração.

Tiago: Que bom.

Médico: Mas eles não podem sair do hospital, tem que ficar esta noite.

Tiago: Ah isso não á problema, mas o David pode jogar?

Médico: O David não pode jogar, o campeonato puxou muito pelo coração e agora tem que estar em repouso. E a irmã também tem que estar aqui, porque ela não está a conseguir respirar bem.

Tiago: Oh! Está bem, eu só quero o melhor para eles.

Médico: Obrigada. Vocês já podem ir para casa, ou seja, hotel.

Tiago: De nada, está bem.


 

O meu Treinador (Tiago) falou com o Fred e foram para o hotel. O médico ficou connosco no quarto e não deixou ninguém entrar.


 

Era de manha e o primeiro jogo era da Alemanha e de Portugal.

Nós acordamos e era 8 horas da manhã e o jogo começa às 10 horas. O médico falou connosco e nem deixou sair do hospital, ele disse que podíamos ver o jogo pela televisão, mas ver pela televisão é uma seca.

Eles estavam a jogar sem o capitão da equipa, praticamente foi o David que marcava os golos todos. O João é bom guarda-redes, mas estou para ver quanto tempo ele se vai aguentar.


 

Bem a Alemanha ganhou-nos 4-0. O meu irmão ficou triste e eu também, tínhamos que ir embora. Á tarde foi o jogo do Japão contra a França e empataram 4-4 e foram a

penaltis e ai o Japão ganhou 5-4.


 

O treinador queria-nos visitar, mas não pode, nós não podíamos entusiasmar se não o nosso batimento cardíaco acelerava e não podia.

A final iria ser disputada pelo Japão e a Alemanha.


 

Às 13 horas vai ser o jogo, eu e o meu irmão tivemos alta e então saímos do hospital e fomos apanhar um autocarro para o estádio, o treinador e a equipa estavam nas bancadas á espera que começasse o jogo.

David: Ainda bem que chegamos a tempo!

Leonor: Pois. Mas o problema é entrar dentro do estádio.

David: Isso não vai ser fácil.

Leonor: Olha ali, uma entrada.

David: Boa, vamos!

Porta-voz do jogo: E Schneider, vai a correr, consegue fintar os adversários e remata! E e… È GOLO!!!! GOOOOOLLOOOOO!!

Adeptos: Schneider!!!! Schneider!! Alemanha!!! Alemanha!!!

Claque: A-LE-MA-NHA!! A-LE-MA-NHA!

Porta-Voz: O Japão acaba de perder a 1-0, será que eles vão conseguir empatar? Será?

Leonor: Bem, mas que gritaria!

David: Ahaha, é assim mesmo que temos de torcer pelas equipas!

Leonor: Sobe, olha para ali!

David: Aonde?

Leonor: ROBERTO!!

Roberto: Oi.

David: O que estás aqui a fazer tio?

Roberto: Venho buscar o Oliver.

Leonor e David: Ham?

Porta-Voz: Tsubasa para Misaki, Misaki a Tsubasa e fazem os passos do "Duo de Ouro" do Japão. Chegam muito perto da baliza. Os dois passam para Landers, Landers remata o seu remate famoso e consegue por a bola dentro da baliza. E é GOLO!!!!!!! GOOOOLOOOO!!

Adeptos: Japão!! Japão! Tsubasa!!! Mizaki!! Landers!!!

Claque: FORÇA JÁ-PÃO!! FOR-ÇA JA-PÃO!!!!

Porta-Voz: Agora estão empatados, mas o que será vai acontecer? Quem vai reagir? Japão ou Alemanha?

Roberto: Sim vim buscar o Oliver para ir comigo para o Brasil.

Porta-Voz: O árbitro apita e acaba a primeira parte.

Leonor: Porque?

Roberto: Vai-se personalizar comigo e vai tentar ser da equipa do FC Brancos.

David: Então nós vamo-nos encontrar no Brasil, porque o pai viaja muito para ai.

domingo, 18 de setembro de 2011

Sorry Girls

Amanhã não vou poder postar o capitulo da New Life ~~ a Rita ainda está a escrever o capítulo, é preciso muita táctica e pensamento para o próximo capítulo por isso ela leva mais tempo, peço-vos que compreendam a situação.



Desculpem por vos incomodar-mos,  as nossas sinceras desculpas
A administração

Rita Canudo
 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Capitulo 5 – A Descoberta Do Meu “Dom”


 

Fui para o hotel e voltei a sair, nem reparei qual era a outra equipa com quem estávamos, mas isso nem me interessava. O que eu queria realmente era encontrar o Karl e o Herman K.. Eu tinha gostado daquele dia que ficamos cheios de frio, mas cá também estava o mesmo.

Fui a andar e de repente …

Karl e Herman: BUUHH!

Leonor: AHAHAAH!! Que susto pá!

Karl e Herman: Ahahaha! Era isso mesmo.

Leonor: Pois, mas não teve graça.

Karl: Desculpa? (Ele tinha feito uma cara tão querida que eu não resisti)

Leonor: Sim desculpo aos dois.

Herman: Vamos ao estádio?

Leonor: Fazer o quê?

Karl: Bora lá!


 

O estádio era enorme e nós tivemos que entrar escondidas, tivemos que correr o caminho e eu não podia estar muito cansada. Fiquei para trás.

Karl: Olha é já ali á frente. Leonor fica aqui para ver se vem alguém.

Ninguém respondeu.

Karl: Leonor! (Virou-se para trás.) Onde estás?

Herman: LEONOR!!!

Karl: Kaltz, mais baixo! Podem nos ouvir.

Herman: Desculpa.

Leonor: Estou aqui! (vinha a minha voz ali no fundo)

Foram correr ter comigo.

Karl: O que é que estás aqui a fazer, no chão?

Leonor: Eu não consigo correr mais.

Herman: Mas temos!

Leonor: Mas eu não!

Karl: Porque? (Ele prepara-se para abaixar, a não sei a fazer o quê)

Leonor: Não Karl! Não!

O Karl pegou-me ao colo e começou correr para ir sentar nas bancadas para ver o treino da Selecção Francesa.

Leonor: Boa!


 

Chegamos lá em cima e sentamos nas bancadas.

Eles estavam a jogar um jogo amigável, quer dizer um treino, com a equipa da Suíça, porque tinha apostado numa coisa, não sei bem o que é.

O Rapaz de cabelos compridos loiros, ia rematar e …

Leonor: Direita!

E entrou na baliza e foi para o lado que eu tinha dito.

Karl: Como é que adivinhaste?

Leonor: Ham…!? Uppss, esqueci-me que estava com alguém ao meu lado. Sei lá.

Herman: Não acredito. Tu já sabias para que lado ia a bola.

Leonor: Não…

Karl: Queres contar?

Leonor: Pode ser. É assim, o meu nome é Leonor Maravilha e sou filha do Nelson Maravilha e sob..

- E sobrinha do Roberto Maravilha, o grande ponta de lança do Brasil. E o teu pai tinha sido o guarda-redes.

Leonor: Sim é. Ham?!

- Olá, sou o Senhor Katagiri da referência do futebol Japonês. E conheço muito bem o Roberto Maravilha e o irmão mais velho.

Herman: O senhor podia falar mais baixo, assim eles nos ouvem e somos descobertos.

S. Katagiri: Está bem. Queres continuar com que estavas a dizer, eu já sei qual é o teu "dom".

Karl e Herman (ficaram com uma cara de parvos): "Um "dom"?"

Leonor: Sim eu continuo. É assim, o meu pai como deixou de jogar futebol devido á doença de coração, que eu e o meu irmão temos também, por isso é que me senti mal á bocado e não conseguia correr mais. Então ele ensinou-me uma coisa desde de muito pequenina, ensinou-me quais são as trajectórias dos remates potentes, novos, enfim, consigo também inventar remates ainda mais fortes. E consigo estar na baliza e defender qualquer remate, como sei a forma da trajectória, sei de uma maneira segura de faze-lo.

S. Katagiri: Assim foi uma maneira de estares sempre a pensar no teu pai e a fazer ele orgulhoso.

Leonor: Sim.

S. Katagiri: Eu vou embora. Adeus.

Leonor: Adeus.


 

Eles os dois tinham ficado de boca aberta e com cara que não tinham percebido nada. Pois foram apanhados despercebidos. Olhavam para mim com um olhar muito estranho, então eu já estava a ficar farta, levantei-me e fui descer as escadas para ir ver o jogo de perto.


 

O estádio estava completamente vazio e os jogadores nem repararam em nós.

Herman: Karl, vamos arranjar confusão.

Karl: Não é melhor não, eles estão a treinar.

Herman: Vá lá, relembra-te dos tempos antigos e das nossas vitórias com o Benji.

Karl: Está bem. O que é que tens em mente?

Leonor: O que é que vocês vão fazer? Querem ser descobertos é?

Herman: Esta equipa têm a mania de serem os maiores, mais vale fazer agora confusão do que aturar eles nos jogos.

Leonor: Ok.

Karl: Ele tem sempre estas ideias, não lhe ligues (disse baixinho para mim). Bora lá Kaltz?

Herman: Sim.

Karl: Leonor, vens?

Leonor: Eu? Logo se vê.

Herman: Ok.


 

Eles foram a correr a descer as escadas, saltaram a barreira e caíram no chão de pé. Vão a correr atrás da bola e a fintar todos os jogadores, chega a vês do rapaz, loiro com o cabelo comprido, de ser fintado. O Karl e o Herman K. passam a bola um a outro, passam também por esse rapaz e chegam á baliza, o Herman K. passa para o Karl e o Karl remata e é golo!

Eu estava a descer as escadas e salto também. Ia a andar a ter com eles.

Leonor: Boa! Marcaram!! Ehehe

Karl e Herman: Sim.

Leonor: Fixe!

- O que é que estão a fazer aqui?

Karl: Nós só viemos fazer um golo, ou dois, ou até três.

Herman: Porquê? Estás com algum problema?

- Alemães convencidos.

Herman: Chamas-te isso a quem, oh Pierre.

Leonor: O rapaz chama-se Pierre, que interessante.

Leonor: Bem podem parar?

Karl: Kaltz, pára.

Pierre: O quê Schneider, precisas que uma miudinha que te proteja? Oh que coitadinho.

Leonor: Odeio este rapaz!

Leonor: Sabes, ele não precisa de 10 jogadores para marcar um golo, chega um colega de equipa para abater logo 11. Ai, desculpa. Eles os dois marcaram á tua equipa.

Karl: Ela defendeu-nos, estou cada vez a gostar mais dela.

Pierre: Adeus!

Leonor: Vai pela sombra! Que o sol queima!


 

Fui para o hotel, porque amanhã vai ser um dia em cheio, e hoje não gostei nada. Aquele convencido do Pierre… Ou menos passei a tarde com o Karl.


 


 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Capítulo 27 – Um Campeonato Inesperado - Fanfiction "A New Life" ©


Passaram-se meses desde aquele dia fatídico da apresentação, a minha irmã já estava bem pronta para recalcar os miolos do Benji, o seu sarcasmo havia voltado mais poderoso do que nunca.
As férias de Natal foram bestiais, sempre com bastante alegria, energia, sorrisos espelhados nos nossos rostos. Partilhámos a felicidade, a gratidão, o amor, o carinho com todos os nossos amigos e sobretudo com a pessoa que mais amava…
Foram duas semanas inesquecíveis, o entusiasmo que estava presente no olhar de cada um, um novo brilho que impregnava o sorriso de todos e fazia o coração bater ao ritmo desses sentimentos, um ritmo cálido que nos aquecia com uma doce chama.
Acho que foi o melhor presente de Natal que me deram… foi poder passar estes dias com os meus amigos, os meus verdadeiros amigos, e também poder passar este Natal junto ao Toby, perdida no seu cálido abraço, que me mantinha segura e quente e onde nada me atingia.
Haviam de ter visto o Oliver com um gorro de Pai Natal de um vermelho carregado e com um pompom branco muito felpudo, tal como todo o gorro. Ele estava em frente à PlayStation 3, agitando os braços, pulando e fazendo tudo, o possível e o imaginário para que conseguisse ganhar aquele jogo de dança, mas ele era mesmo um pé de chumbo, as suas acções era ligeiramente fora do tempo, os seus passos eram desengonçados, houve uma vez que jurei que ele ia cair, mas ele conseguiu equilibrar-se… foi hilariante, e ele próprio se ria das suas palhaçadas, o Oliver era um grande amigo, sempre cheio de energia e com um sorriso estampado no seu rosto que fazia com que todos se sentissem bem.
O Toby cantou como um anjo, a sua voz doce e calma impregnava os meus ouvidos numa delicada melodia, era ele que iluminava todas as minhas noites escuras, era ele que me apoiava em tudo, era ele que me fazia sorrir como jamais havia sorrido… ele era único e era meu.
Foi o Natal mais feliz de sempre…
Entretanto os meses foram passando, a escola ia bastante bem, as aulas tornaram-se interessantes e apelativas, ganhei gosto em estudar outra vez, aliás agora andava mais agarrada aos livros, como o Toby não tinha muito tempo para estar comigo por causa do horário apertado dos treinos, devido ao campeonato nacional que se aproximava e no qual eu esperava ardentemente que a nossa equipa (equipa masculina) vencesse.
Estávamos no Verão, mas os rapazes continuam a esforçar-se imenso nos treinos, o espírito vencedor deles era mesmo forte, a sua coragem ultrapassava todos os limites e o seu empenho era maravilhoso, tínhamos grandes oportunidades de vencer mais uma vez o campeonato.
Eu tenho ajudado o Toby com a escola, por vezes faço-lhe os trabalhos de casa porque compreendo perfeitamente que ele não possuí muito tempo, mesmo assim ele continua a ser um rapaz responsável sempre atento nas aulas, e as notas que ele tem nos exames são sempre bastante altas e pertencem-lhe, são os frutos do seu trabalho árduo.
Eu aproveitava também para apreciar e tentar ajuda-lo a melhorar a sua técnica futebolística, na semana passada estive com ele durante todo o Sábado no campo de futebol a treinar os remates, acho que ele se estava a esforçar demasiado, ele já possuía uma técnica fantástica e um dom notável para o futebol, mas mesmo assim insistia em melhorar cada vez mais.
A equipa feminina também continuava a ter os seus treinos, mas nunca chegavam à brutal intensidade dos treinos da equipa masculina, eles chegavam a casa estafados e não pensavam em fazer outra coisa se não descansar.
Nós (equipa feminina do Nankatsu FC) não tínhamos nenhum jogo agendado, mas já havíamos tido a oportunidade de defrontar equipas bastante boas e fortes, o problema é que o futebol feminino no Japão ainda era muito desvalorizado e algumas das equipas não tinham técnicas e tácticas tão avançadas como a nossa e não contavam com jogadoras tão experientes como as do Nankatsu FC. No torneio entre os colégios, a nossa equipa foi uma surpresa para todos, ninguém estava à espera que a equipa feminina do Nankatsu jogasse tão bem.

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Estávamos precisamente a treinar, obedecendo às ordens da nossa capitã, pois o nosso treinador ainda não tinha chegado.
Demos dez voltas ao campo a correr, sem parar, depois decidimos que devíamos treinar os nossos remates e assim o fizemos. A primeira a rematar era a Sanae, no preciso instante em que ela ergueu a sua perna direita para executar o seu remate, uma voz rouca e grave clamou: Meninas!
Ela parou de súbito quase perdendo o seu equilíbrio. Nós ficámos preocupadas, será que se tinha passado alguma coisa com os rapazes? Será que algum se teria lesionado? Será que o Toby estava bem?! – O meu coração começava a encher-se de receio e dúvidas.
O nosso treinador voltou a chamar por nós, ele parecia estar ansioso, a sua respiração era irregular, bastante irregular, pelos vistos devia ter vindo a correr e parecia que poderia explodir a qualquer momento.
Ao observarmos aqueles olhos alarmados e aquela voz entusiasmada corremos de imediato para perto do nosso treinador Hajime Ueki., formando uma espécie de círculo em torno dele.
Ele inspirou e expirou profundamente, fitou todas nós com um olhar sério, opaco e distante, um olhar gélido, para de seguida esboçar um sorriso e dizer com uma onda de felicidade e entusiasmo a transparecer-lhe na voz: meninas, excelentes notícias. Vocês... Vão participar no campeonato feminino de futebol nacional!
Quando os seus lábios pararam de se mover e quando o meu cérebro e o meu corpo estagnaram para absorver aquela mensagem, eu julguei que não tinha assimilado aquelas palavras correctamente. Fiquei completamente petrificada de espanto.
Um sorriso desmesurado começava a aparecer nos nossos rostos, a alegria era contagiante. Finalmente, íamos conseguir mostrar os nossos dotes para o futebol a todo o país!
Era uma das melhores notícias que havia recebido, já não era sem tempo, esta oportunidade que tínhamos agora á nossa frente de elevar o futebol feminino a outro nível, ia ser bestial; naquele momento eu percebi que todas nós sentíamos e pensávamos o mesmo: vencer o campeonato!
Assim poderíamos viajar em conjunto com a equipa masculina, não teríamos de ficar sem as pessoas que amávamos por tempo indeterminado.

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Estava ansiosa para contar as novidades ao Toby, o meu coração aumentava o seu ritmo cardíaco só de pensar na sua reacção, o seu sorriso estampado no rosto, o brilho incandescente do seu cálido olhar.
Estávamos mesmo a terminar o nosso treino, agora jogávamos, havíamos sido divididas em duas partes equilibradas e em campo confrontávamo-nos com diversos obstáculos; o cansaço era um deles. O meu corpo não aguentava muito mais, não conseguia estabilizar a minha respiração nem o ritmo dos meus batimentos cardíacos. O suor escorria pelo meu rosto em abundantes quantidades; este treino foi o treino mais duro que eu já havia tido em toda a minha vida, mas percebia o porquê de tanto esforço, o campeonato que nos esperava ia ser árduo, iriamos precisar de toda a nossa força e garra para vencer.
A minha visão estava um pouco distorcida mas continuei a jogar, até que o nosso treinador disse finalizando o treino: Por hoje acabou, esforçaram-se todas, estão de parabéns! – Um sorriso percorria o seu rosto e o orgulho impregnava a sua voz.
Assim que a mensagem que o nosso treinador proferiu irrompeu nos meus ouvidos, quase involuntariamente, o terreno empoeirado e bastante rígido foi o meu amparo, precisava de descansar e não tinha forças suficientes para me conseguir mover para o balneário, nem eu nem quase ninguém da nossa equipa.
Agora que estava sentada e sem o meu corpo a executar movimentos rápidos e fortes para rematar ou correr, tentava normalizar a minha respiração que estava exaltada.
Fechei os olhos, a escuridão era agradável, naquele momento apenas ouvia e sentia tudo à minha volta. O vento que acariciava a minha pele era meigo e quente, mesmo com o sol refugiado por de trás das montanhas, fora do alcance de todos, o calor que ele exercera durante todo o dia havia ficado contido na atmosfera.
O ar quente que trespassava a minha pele e os meus cabelos, aconchegava-me numa leve e doce brisa, permitindo que eu me refrescasse um pouco.
No meu rosto permanecia um sorriso, uma sensação de dever cumprido enchia o meu coração de alegria, fazendo com que este batesse mais rápido.
Sabia que os treinos que iria ter daqui para a frente iriam ser ainda mais exigentes, não me podia distrair, iria ser duro, mas unidas íamos conseguir vencer o campeonato.
Um sorriso percorria todo o meu ser, enchendo-me de felicidade e energia para continuar a trabalhar com o mesmo empenho e força com que tinha trabalho até agora, esse sorriso também me fornecia a coragem para ultrapassar todas as barreiras que íamos ter de enfrentar daqui para a frente.
A minha respiração já havia voltado ao normal, por isso agora eu inspirava e expirava normalmente apreciando o precioso ar que cobria os meus pulmões, parecia conseguir ouvir o bater do coração de todas nós, pareciam estar sincronizados com o meu ritmo cardíaco, batiam todos ao mesmo tempo… Era este o sentimento de uma equipa unida? Então era bestial, era como se os nossos corações estivessem sintonizados na mesma frequência de rádio… Era indescritível.
Aquele treino não tinha servido apenas para no pôr em forma, mas sem criar uma ligação entre nós que era indispensável para a nossa equipa.
- Rita… levanta-te, estiveste lindamente – os meus olhos permaneciam fechados e eu já havia recuperado as minhas forças, apesar de ainda sentir o suor espalhado por todo o meu corpo, sentia-me bem, satisfeita e feliz comigo mesma.
Reconheci de imediato a voz que pedia que me levantasse, era a nossa capitã, o motor da nossa equipa; uma boa amiga, sabia que podia contar com ela para o resto da minha vida.
Abri lentamente os meus olhos e pude perceber que ela estendia a sua mão, com um sorriso impresso no seu rosto, para me ajudar a levantar. Dei-lhe a minha mão ainda um pouco fraca mas feliz, impulsionei o meu corpo para cima e ela puxou-me também com a força que ainda lhe restava.
Ergui-me com a sua ajuda e quando encontrei de novo a minha posição de equilíbrio ela desviou a sua mão da minha para colocar, logo de seguida, o seu braço sobre os meus ombros, felicitando-me de novo.
De repente vi todas a caminharem na minha direcção com um sorriso nos lábios, mas o que se tinha passado para todas estarem a olhar para mim e a sorrir? O que é que eu tinha feito de tão especial para isto estar a acontecer?
Estava feliz, mas agora um pouco confusa, atónita, espantada, quase perplexa, eu diria chocada, qual seria o motivo de tanta felicitação? A curiosidade e também a expectativa começavam a preencher o meu corpo.
- Wow, foste fantástica, de todas nós foste a que se esforçou mais neste treino – afirmou a Patrícia com um sorriso também a inundar o seu olhar, e todas as outras concordaram acenando afirmativamente com a cabeça, e com os olhos cintilando. Ficava feliz, mas não me havia apercebido de tal coisa, estava tão concentrada nos nossos corações sincronizados, nos nossos passes bem-sucedidos e remates imparáveis que nem reparei que tinha tido o papel principal neste treino… Mesmo assim, éramos uma equipa, e o esforço de um pertencia a todas.
- Obrigada meninas… mas não se esqueçam, somos uma equipa e no fim a recompensa é de todas – Fiz sinal para que se juntassem todas à minha volta, com os braços apoiados nos ombros das colegas do lado, como se estivéssemos a discutir a táctica que usaríamos ou a estratégia que iriamos utilizar num jogo.
Olhei para a Sanae com uma pergunta no olhar, há muito tempo que esperava ter a oportunidade de dizer algo com todas as minhas forças, com toda a minha alma, todo o meu coração; ela respondeu de seguida com um sorriso e acenando afirmativamente com a cabeça, num movimento rápido de impulsivo.
- Ok, meninas… VAMOS VENCER ESTE CAMPEONATO! – Há bastante tempo que queria proferir aquelas palavras com toda a garra e força na minha voz, mas a capitã é que tinha esse dever, e estava a cumpri-lo lindamente, mas desta vez queria ser eu a proferir o nosso grito de guerra.
- SIM! – responderam todas, com um sorriso espelhado nos olhos, que cintilavam de alegria.
Assim que finalizámos o nosso grito de guerra cujo tinha sido iniciado por mim, os meus ouvidos inundaram-se com um som seco, rápido, ritmado e forte, era o som dos aplausos com que éramos brindadas; dos rapazes que estava, nas bancadas em conjunto com o nosso treinador que estava bastante feliz, orgulhoso e motivado como nós.
Estávamos tão absorvidas na nossa ideia de vencer o campeonato que nem sequer nos apercebíamos das coisas que aconteciam à nossa volta.
Pelos vistos os rapazes já tinham finalizado o seu treino e vieram para assistir ao nosso, não pude evitar, um sorriso quase deslumbrante apareceu no meu rosto ao ouvir a sua voz, e ao sentir o sue olhar cintilante pousado em mim. A felicidade de vê-lo a apoiar-me e o sentimento imenso que ainda permanecia no meu corpo depois daquele treino juntavam-se, levando o meu coração ao mais rápido dos batimentos. Estava tão feliz nem sequer tinha palavras para descrever o que sentia.
Já não via a altura de sentir os seus braços fortes a envolverem-me num doce abraço, os seus lábios cálidos a acariciarem os meus, o seu perfume adocicado, o seu olhar meigo e recheado de brilho cristalino e puro…

© All rights reserved to Rita Silva and Patrícia Brito

Créditos: Rita Misaki
Escrito por: Rita Misaki
História Criada por: Rita Misaki e Patrícia Wakabayashi