sábado, 29 de janeiro de 2011

FanArt

Este é mais um dos meus desenhos, espero que gostem...


Cliquem na imagem para ver maior.

Desafio Personagem do Mês

Quero ver os vossos textos, imagens, desenhos, videos, etc. Inspirados nesta personagem!
A Personagem deste mês é: Santana - O Filho do Deus do Futebol.


Não se esqueçam de enviar as vossas "obras de arte" para: silvaana1996@gmail.com

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ultima Publicação - Tudo é Possivel

É muito difícil para mim dizer-vos isto, mas esta fanfcition não vai continuar a ser publicada, pois a autora da mesma tem de se dedicar ao seu blogue, por isso vai ter de abdicar deste e é-lhe impossível continuar a escrever a sua história.
Sei que pode custar-vos muito, saber que não vamos ficar a saber o "fim" da personagem "Joana" que canta lindamente.

A verdade é que por vezes nos vamos esquecendo das coisas, o tempo passa, nunca pára, essas coisas vão permanecendo no mais profundo do nosso ser e cada vez a memória delas vai-se apagando e ficando mais bassa, até que nos interessamos por outra coisa...
São as modas, e pelos vistos a moda de Captain Tsubasa já passou...
Custa-me imenso dizer isto, mas é a pura verdade, para mim... essa não a minha realidade, o meu coração continua a bater mais forte cada vez que oiço o tema de abertura da série, toca o meu coração numa leve exaltação, os meus olhos focam-se no ecrã e deliciam-se com as imagens de uma série que eu jamais irei esquecer. E que espero que vocês também nunca se esqueçam e nao deixem de visitar o blog só porque já passou de moda... 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sondagem da Semana

"Qual a Vossa Série Favortita?"

Era a pergunta desta semana, e os resultados foram estes.
- Captain Tsubasa Road to 2002 - 62 votos
- Captain Tsubasa - 25 votos
- Shin Captain Tsubasa - 15 votos
- Captain Tsubasa J World Youth - 14 votos

E parece que a série vencedora é a Road to 2002!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Capítulo 14 - O Trabalho de Grupo - fnfiction "A New Life"

Livro 2 - Patrícia
Passado algum tempo, ouvi alguém a introduzir na fechadura da porta a chave para entrar em casa, quando a porta se abriu um monte de gente desatou a desfilar para dentro daquela sala com as luzes apagadas.
E agora? O que eu havia de fazer, eu estava com o Benji, os nossos corpos se calhar estavam próximos demais, para quem nos observava.
Quando ouvi o som oco do interruptor a ser accionado, vi que quem tinha acabado de entrar em casa era a Rita e os restantes convidados do Benji. Todos ficaram espantados a olhar para nós estendidos no sofá beijando-nos, assim que vi que eram todos eles senti o sangue a aflorar-me levemente o rosto. O que eles iriam pensar do que tinham visto? Eu e o Benji não estávamos a fazer nada de mal, estávamos apenas a beijar-nos, porque os nossos corações o pediam desmesuradamente, tanto o coração como os nossos lábios… Já não podia viver sem os seus lábios macios, quentes e bastante ansiosos.
Eu resolvi compor-me, por isso desaproximei-me dele e deixei que ele se sentasse no sofá para depois o abraçar fortemente e sentir de novo o seu calor agradável.
O Bruce disse com um sorriso um pouco matreiro no rosto: Com que então os pombinhos já fizeram as pazes… ainda bem, porque já não vos aturava.
Todos na sala se riram, a festa tinha acabado da melhor maneira, todos juntos e acima de tudo muito felizes.

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Livro 1 – Rita
Era Sexta-feira dia 11 de Dezembro, estávamos no colégio, a ter aulas de Biologia. Eu estava sentada ao lado do Toby, por isso prestar atenção às aulas era coisa que não estava a fazer, a Patrícia ia pelas mesmas sentada ao lado do Benji, na mesa que estava atrás da nossa. Era impossível para mim concentrar-me com ele ali ao meu lado, cada vez que eu sentia a sua mão tocar a minha discretamente por de baixo da mesa, uma corrente eléctrica passava pelo meu corpo, fazendo com que o meu cérebro deixa-se de pensar e eu me entregasse por completo a ele… mas tinha de me controlar, afinal de contas estava na sala de aula. Não iria dar boa impressão à professora e aos outros alunos se eu começasse a beijar o Toby em plena aula, a única forma de me controlar era pensar na vergonha que passaria em frente de todos se o fizesse.
Estávamos mesmo no fim do Período, toda a turma, e os restantes alunos do colégio ansiavam pelas férias de Natal…
A aula estava a terminar, o meu coração batia mais forte ansiando pelo toque da campainha, era como se fosse o som da liberdade; depois de sair lá para fora poderia tocar os lábios dele como quisesse e quando quisesse sem que ninguém ficasse espantado a olhar para nós… Não conseguia prestar atenção nenhuma ao que a professora dizia, apenas me apercebi do grande alarido que uma das suas afirmações tinha provocado em toda a turma, eu estava completamente a leste, os meus ouvidos não estavam centrados em mais nada a não ser a respiração calma dele e os batimentos do seu coração, que eram doces e quentes.
Os meus olhos não viam mais nada a não ser aquele olhar quente, doce e meigo, que me prendia por completo nele. Era como se a minha vida fosse só e apenas ele.
Os meus ouvidos concentraram-se no que ele ia dizer a seguir, só depois é que me apercebi que ele estava a tentar acordar-me do meu transe temporário, eu não conseguia mexer-me, tinha paralisado, ele aproximou-se de mim e deu-me um leve beijo nos lábios, assim que senti os seus lábios tocarem os meus, eu reagi quase como por instinto, os meus lábios estavam em plena sintonia com os dele, não conseguia deixar de beijá-lo, todo o meu esforço para me controlar tinha sido em vão, ele sabia perfeitamente que se ele me beijasse assim daquela maneira eu não me ia conseguir conter. Sentindo os seus lábios doces e meigos passando suavemente sobre os meus, era o paraíso…
Ele afastou os seus lábios dos meus, mas para mim era demasiado cedo para ele se afastar, o meu impulso era tocar de novo os lábios dele, mas controlei-me e permaneci quieta com o meu rosto muito próximo do dele sentido a respiração dele a embater delicadamente nas minhas faces.
Toby: ouviste o que a professora disse? – Perguntou ele com um sorriso resplandecente.
- Acho que não… acho que não estava a prestar muita atenção – disse eu com a voz trémula e sentindo o sangue a aflorar-me o rosto muito rapidamente.
Ele riu-se baixinho, o riso dele era como sinos a tilintar, meigo e doce, ele disse fazendo-me uma caricia no rosto e esboçando um sorriso bastante caloroso: Eu adoro-te.
- E eu a ti… - passado um pouco apercebi-me que se calhar o que a professora tinha dito poderia ser importante para mim, pelo menos para me safar este período de uma negativa certa…
- Toby… O que é que a professora disse? – Perguntei ainda um pouco constrangida.
Toby: ela disse, que vamos ter que nos agrupar em grupos de quatro pessoas e escolher um dos sistemas do corpo humano, para o investigarmos e depois para fazer uma apresentação sobre o assunto, e conta para avaliação.
Depois do que ele tinha dito o desânimo foi coisa que não consegui evitar, tínhamos de fazer um trabalho de grupo e uma apresentação mesmo na última semana de aulas, não me apetecia mesmo nada, só queria estar com ele, tocar os seus doces lábios e sentir os seus batimentos cardíacos, o calor agradável e o perfume doce que ele emanava…
- Ai sim? Na última semana de aulas? – Perguntei desanimada.
Ele sorriu de novo por causa da minha expressão de desânimo, ele puxou o meu rosto para perto do dele e disse baixinho: não te preocupes… eu ajudo-te – disse com o seu sorriso angelical.
- Obrigada… - disse eu inclinando-me para tocar os seus lábios, mas denotei alguma hesitação por parte dele, ele virou o seu rosto para ver o que se passava lá atrás, pois a professora andava a fazer sua ronda fatal pela sala e estava mesmo a chegar perto de nós, ele disse: Rita é melhor afastares-te, ela vem ai.
Eu obedeci ao pedido dele e quando a professora passou por nós, olhou-nos com o seu olhar mortífero e perguntou: já escolheram o vosso grupo?
Toby: bem, escolhemos… - o Toby mostrava algum nervosismo na voz, ele olhou para mim e viu que eu estava um pouco nervosa e a minha respiração começava a ficar um pouco irregular, ele sorriu, olhou de novo para a professora e disse: o sistema cardiorrespiratório senhora professora.
Professora: muito bem… desejo-vos um bom trabalho.
Toby: Muito obrigado senhora professora – disse ele com o alívio a transparecer-lhe na voz.
Ele tinha-se baseado em mim para a escolha do tema do nosso grupo, eu disse: boa, génio…
Ele ficou totalmente atónito, os seus lábios formaram um “O” perfeito, ele tinha ficado tão confuso, os seus olhos piscaram várias vezes tentando perceber qual tinha sido o motivo da minha frase, ele era tão meigo e doce, eu não resistia…
De repente ouviu-se um som estridente, era o som que eu esperava ansiosamente, tinha acabado mais um dia fatídico no colégio e eu podia finalmente deliciar-me com os seus lábios doces e meigos.

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Eu e o Toby já tínhamos falado com o Benji e a Patrícia, e o que tinha ficado combinado era que faríamos o trabalho de grupo na casa do Benji.
Nós íamos a caminhar calmamente até aquela enorme mansão, eu não tinha pressa nenhuma, só me apetecia ficar com o Toby e sentir os seus lábios doces a tocarem suavemente os meus.

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Livro 2 – Patrícia
Eu já tinha chegado à casa do Benji, estava preocupada com as horas, pensava que já estava atrasada, mas o que eu realmente estava, era bastante adiantada, faltavam 20 minutos para as 18:00 (hora que tínhamos combinado).
Bati à porta, mas ninguém abriu, só depois quando a força embutida na minha pancada aumentou é que reparei que a porta estava entreaberta.
Achei bastante estranho mas resolvi entrar, era a primeira vez que me deparava com aquela casa, era enorme, toda revestida por janelas de vidro, e portas de correr, uma delas dava acesso a uma piscina que nesta altura estava coberta, pois poderia nevar a qualquer momento.
Não vi ninguém na sala nem em nenhuma divisão da casa, pelo menos na parte inferior, eu ainda estava boquiaberta, mas isso não importava, eu queria encontrá-lo, estivesse ele onde estivesse.
Decidi subir as escadas e investigar o que se passava lá em cima. Nunca tinha visto tantas portas na vida! Qual seria a correcta? Escolhi uma ao acaso, quando a abri vi que dava acesso a um quarto, era simples, todo branco, tinha uma grande janela por onde entrava a luz do sol já a pôr-se por detrás das montanhas o que dava ao branco das paredes um tom dourado, o sol iluminava todo aquele quarto, notei que se fazia ouvir um som calmo, era o som de água a correr, parecia que um rio corria ali próximo, era um som apaziguante que me acalmava profundamente, mas parou repentinamente, a água tinha parado de correr.
Senti a presença de alguém atrás de mim, sentia a embater no meu cabelo uma respiração calma, mas que me arrepiava por completo, uns braços fortes e um pouco molhados puxaram-me para trás, senti as minhas costas a embaterem contra ao peito quente e musculado dele, que também estava um pouco húmido.
Ele encostou os seus lábios ao meu ouvido e perguntou baixinho: Então? Já não se bate à porta?
Eu fiquei paralisada assim que ouvi a sua voz calma junto do meu ouvido.
Na verdade o meu coração tinha acabado de parar. Porque é que ele tinha de me fazer isto? Será que me queria matar?
Virei-me rapidamente para ver o seu rosto, quando me deparei com aqueles olhos cor cinza fixos em mim, fiquei sem ar e o sangue já não me corria nas veias.
Ele estava apenas com uma toalha ao redor da cintura, só o seu tronco musculado e torneado estava visível, pequenas gotículas caiam do seu cabelo e com a luz que penetrava pela janela faziam vários reflexos.
Não conseguia que a minha boca produzisse algum tipo de som, os meus olhos estavam fixos nele, não havia maneira de os desviar, estava completamente hipnotizada.
- Ah… bem… ah… a p-porta estava aberta – disse eu conseguindo finalmente dizer uma frase, mas impedir que gaguejasse, foi coisa que não consegui fazer.
Benji: hum, hum – disse ele começando a aproximar-se de mim, a cada passo que ele dava eu afastava-me; de repente senti uma coisa sólida a embater nas minhas costas, era a parede do quarto, eu estava totalmente encurralada.
Ele estava cada vez mais próximo e eu não conseguia arranjar nenhuma saída, eu olhava para todos os lados para ver se encontrava algum sítio para onde me pudesse esquivar, mas ele estava demasiado perto para eu conseguir fugir. O meu coração batia a mil, eu não conseguia respirar, ele chegou-se mais perto e os seus lábios tocaram os meus ansiosamente, não conseguia resistir-lhe, tinha-me rendido completamente a ele.

sábado, 22 de janeiro de 2011

CONSEGUIDO!

Pois é pessoal, nós conseguimos! A RTP2 vai voltar a passar os nossos filmes favoritos! E é já neste próximo dia 5 de Fevereiro.
A RTP2 vai passar o filme "Capitão Tsubasa" cujo o título original é: "Revenge Match" às 13:00h.
Muito Obrigada a todos que colaboraram connosco! A nossa recompensa pelo nosso esforço está aqui.
Agora só temos de esperar, vai ser bom voltar a ver os filmes.

Capítulo 8 - Não Acredito! - fanfiction "Tudo é Possível"

O mundial aproximava-se, e era época das apurações, longos e intensos treinos, empenho, era o que não faltava ao Oliver e ao Benji.
Os dois estavam na praia, corriam sobre a areia, não era o terreno mais fiável, mas era precisamente por isso que decidiram escolher a praia, e ao mesmo tempo combatiam as ondas do mar que de vez em quando os empurravam e também lhes “roubava” as bolas. Era um excelente local de preparação.

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A Patty estava em casa a olhar pelos seus filhos.
De repente sente um vibrar no bolso, e retira o telémovel. Eles ficam parados pensativos a olhar para ela, como quem diz : Lá vai a uma emergência outra vez!
Fecha a tampa do telémovel, sente-se observada e diz:
-Sim, eu sei... vou ter de voz deixar na casa da dona Margot, vistam os casaquinhos num instante.
-Mamã... Quando vais tirar férias? –Pergunta Maddie.
Ela encolhe os braços. Apesar de tudo sente tristeza por não poder estar algum tempo seguido com eles.
Saiem todos de casa e atravessam a rua, a casa da dona Margot era logo á frente.
-Ah! És tu Patty! Sim, eu sei, está descansada, eu trato dos teus pequeninos. –Disse tirando as palavras da boca a Patty.
Ela agradece com um sorriso e vai a correr para o carro.

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Joana, estava mais uma vez distraída no shopping a cantar. O que ela não sabia era que a vocalista da “Lasgo”, a Jelle Van Dael, estava sentada á beira da fonte admirada a olhar para ela.
De tão entretida que estava, começa a rodar, como se tivesse uma enorme saia e a tentar alevantar-la. Um senhor á beira duma montra, passa á beira dela, e ela travasse nele, caíndo-lhe o MP3 da mão e partindo-se todo no chão.
-Desculpe – Diz o senhor.
-Não tem nada que desculpar, a culpa foi minha – Faz uma breve pausa, e olha para o chão suspirando – Só não sei como arranjar desculpa ao Benji de lhe ter partido o MP3...
A Jelle aproxima-se e agarra no pulso de Joana que recolhia os pedaços do MP3.
-Deixa estar, cantas fenomenalmente! –Diz a Jelle.
Joana levanta o rosto, e depara-se com a sua estrela favorita.
-Mas... Tu és a vocalista da Lasgo! Eu nem acredito! – Diz com os olhos arregalados com os cabelos a tapar.
-Mas tu até podias ser a vocalista, tens um enorme talento! E tenho uma proposta para ti!
Joana não acreditava no que via, tinha de ter a certeza de que estava acordada, e calcou o pé, não foi grande ideia, o vermelho subia-lhe para a cara acima e só lhe apetecia gritar.
-Calma... – Diz a Jelle pondo a mão na anca, tipíco de um famoso! – Quero que tu cantes no concerto de hoje, pelo menos uma música!
-Eu.Eu.Eu...EU!!! –Disse gaguejando de nervos. –Não sei se consigo.
-É claro que sim! –Disse piscando-lhe o olho e virando-se de costas. –Estou á tua espera, o concerto vai ser no palco da praia ás 19 horas! –Ela desaparece no meio das pessoas, deixando Joana boquiaberta e confusa.
Desata a correr para a praia, até deixou os restos do MP3 no chão.

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Os dois estavam a repousar do seu treino na praia, mergulhavam nas acalmantes ondas do mar com o brilho do Pôr-Do-Sol.
Joana, acabava de chegar, mas não conseguia enfrentar Benji, por isso deixou-se estar sentada a vêr os dois.
Entretanto Patty passa por Joana a correr, sem dar fé que acabava de passar por ela, e atira-se para a água.
-Tomara eu ter uma boa desculpa, só para estar á beira dele, abraçar-lo... beijar-lo... –Pensou alto Joana.
Apoia os braços nas pernas, e segura a cabeça com os braços. A praia estava toda dourada, a leve brisa batia-lhe nas costas fazendo-lhe um arrepio enorme, e encolhe-se toda.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Capitulo 13 - Pessoas Distintas Sentimentos Iguais - fanfiction "A New Life"

Estavam na pista a dançar outros pares, como o Bruce e a Tomoyo que se estavam a divertir à grande. A Sanae e o Oliver cuja preocupação principal era beijarem-se e abraçarem-se sem se preocuparem com o ritmo da música.
De repente a música foi ficando com o som mais baixo até não se conseguir ouvir resumidamente nada, apenas uma música de fundo, parecia que o Mark tinha feito uma pequena pausa, para desfrutar também da festa, ele divertia-se bastante com a mesa de mistura, mas também tinha direito a estar com quem ele amava.
Mark: Pessoal, vou fazer uma pausa, eu já meto mais música a bombar… – disse o Mark aproximando-se de mim e do Toby, que estávamos com os lábios colados.
A minha boca estava demasiado ocupada para responder ao Mark, mas consegui afastar os meus lábios dos do Toby e com alguma dificuldade, disse com a respiração bastante irregular: Obrigada Mark…
Mark: De nada! Fui, vou ter com a Kelly, já venho – e desapareceu para perto da Kelly que estava a dançar sozinha a um canto da pista, quando ele a encontrou os olhos dos dois pareciam sorrir, deram um abraço terno.
O sangue começou a aflorar-me o rosto, pois o Mark tinha decidido parar a música no momento mais propício, logo quando eu tocava aqueles lábios doces e meigos; com todas as luzes era impossível detectar alguma cor na minha face, mas eu sentia o meu rosto em chamas.
- Não sabia que gostavas de dançar Toby… – disse surpreendida.
Toby: é uma das coisas que gosto mais de fazer, na verdade é a terceira da minha lista – disse ele com um dos seus melhores sorrisos.
- Hum então e qual é a primeira? – Perguntei eu com um leve tom de curiosidade na voz e com um sorriso, que eu própria nem sabia que era capaz de esboçar.
Toby: estar contigo… – disse com a voz inundada de ternura, o meu coração acelerou quando ele disse aquilo. Ele aproximou mais o seu rosto do meu, os seus lábios encontraram os meus, ele era mesmo um vício para mim, era impossível parar de beijá-lo quando os lábios dele tocavam os meus daquela maneira doce, quente e meiga.

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A única pessoa que parecia não conseguir divertir-se era o Benji, que continuava encostado à parede, com o seu chapéu a tapar-lhe a maior parte do rosto, os seus lábios tinham uma expressão decepcionada e triste, eu acho que se não estivesse apoiado à parede ele poderia cair a qualquer momento.
A Sanae, a Tippy e a Tomoyo começaram a fazer uma grande festa, tinha chegado a altura das prendas, elas disseram com a voz inundada de entusiasmo: Vem abrir as prendas Benji!
O Benji dirigiu-se lentamente para perto delas, cada passo que dava parecia um grande sacrifício, parecia que o seu coração não conseguia bombear sangue suficiente para ele se conseguir mover com clareza.
O Oliver e a Sanae foram os primeiros a entregar a prenda, o Oliver disse: Toma, acho que vais gostar…
Ele agarrou na caixa rectangular que vinha com um papel de embrulho bastante colorido e com o laço, tirou-o muito delicadamente e quase sem o rasgar, de dentro da caixa saiu um lindo casaco preto com riscas azuis, era da “adidas”.
A Sanae disse: demos outro à Patty… assim vocês os dois fazem pandãn – quando ela proferiu o nome da minha irmã eu notei uma pequena alteração no rosto do Benji, parecia que ele lutava contra os seus olhos para não começar a chorar.
Benji: bem, obrigado, é muito… bonito – disse ele com grande dificuldade em proferir as palavras, a sua voz também estava bastante abalada.
Em cada prenda oferecida por cada um dos convidados, era pronunciado o nome da minha irmã, cada vez que o Benji o ouvia parecia ficar ainda mais abalado.
Eu e o Toby já tínhamos entregado a nossa prenda, mas faltava uma, era a da minha irmã, que permanecia na minha mão, eu disse aproximando-me dele: já entreguei a nossa prenda, mas… esta é da minha irmã, para ti Benji… – disse eu entregando-lhe o embrulho nas mãos.
Ele ficou atónito porque ele nem esperava que naquele dia negro, aparecesse nas suas mãos, uma prenda de quem ele mais amava.
O Benji ficou a olhar bastante tempo para a prenda que tinha nas suas mãos, nos seus olhos notava-se algum receio em abrir o presente, podia magoá-lo mais do que o que ele já havia ficado.
Ele decide abri-la e quando tira o que estava lá dentro, repara que era um lindo chapéu, na verdade um chapéu que ele nunca tinha visto, com várias fotos dele e da minha irmã coladas em fundo prateado e dourado, no interior do chapéu estava uma pequena etiqueta que dizia: Amo-te Benji Ass: Patty.
Mas a minha irmã não se contentava com pouco, por isso no interior do embrulho ainda estava um pequeno papel dobrado em quatro que tinha escrito a caneta de cor azul-marinho: Eu olho para ti, fixo-me nos teus olhos, que parecem ser um poço sem fim de brilho e pureza, oiço o teu cabelo a acompanhar o suave e quase imperceptível toque do vento, o nosso ritmo cardíaco está descoordenado, e com os meus olhos fixos em ti e os meus ouvidos concentrados no que quer que estejas para dizer, percebo, finalmente, que te amo, e que nós nunca iremos ter um fim, mesmo que o «nós» seja um complexo de duas pessoas separadas por milhares de km preenchidos pela saudade, porque eu sempre vivi na esperança de que o amor é superior, a tudo…
O Benji ficou espantado a olhar para aquele papel que estava nas suas mãos, sem palavras, sem conseguir emitir um único som, parecia que ele já não aguentava mais aquela pressão, o seu coração comandava-o naquele momento, ele diz: Obrigado, a todos… – corre rapidamente para a porta e sai de casa batendo a porta com bastante força, o único pensamento que estava presente na sua mente era: vou falar com ela, tenho de lhe dizer o quanto a amo…

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Livro 2 – Patrícia
Eu não tinha bem a certeza, mas tinha um pressentimento de que se calhar o melhor era ter ido à festa… Eu não conseguia deixar de pensar, no quanto eu o amava e no quanto eu tinha sido estúpida.
Estava eu embrenhada nos meus pensamentos, quando oiço a campainha a tocar, tocaram várias vezes, pareciam estar com bastante pressa, eu desci rapidamente as escadas para abrir a porta, podia ser uma emergência…
Mas quem poderia ser? Não poderia ser nenhum deles, a esta hora estavam todos na festa… Quando abri a porta, vi um rapaz com um boné bastante original com montes de fotos, que lhe tapava a maior parte do seu rosto, que parecia ter sido esculpido por anjos, estava a envergar um lindo casaco preto com riscas azuis, os ténis que trazia eram igualmente belos. A Fragrância que emanava era doce e leve, era “Voy Fire” apenas havia uma pessoa no mundo que eu conhecia que usava aquele perfume…
Eu senti o meu coração a bater mais forte quando o vi, naquele momento deu-me uma vontade enorme de o abraçar, mas tive de controlar o meu instinto. Só depois senti o receio a inundar-me por dentro. Porque é que ele estava ali?
Benji: posso entrar? Preciso urgentemente de falar contigo… – disse ele com uma certa ansiedade na voz. Eu ainda estava a tentar encaixar aquilo tudo no meu cérebro, eu estava confusa, não sabia porque é que ele estava ali, não sei o que é que mais me aterrorizava, o facto dele estar mais calmo do que da última vez em que tínhamos falado, ou se pelo facto dele estar ali…
- Podes, entra – disse eu com a voz a trair-me por completo, tinha saído demasiado trémula.
Ele entrou, senti uma leve corrente de ar quando ele passou rapidamente por mim para ir para frente do sofá, o meu coração acelerou, não sei se seria da proximidade ou da forma rápida com que ele tinha feito o trajecto.
Eu fechei a porta e fui-me dirigindo para perto dele um pouco insegura, sem saber o que me esperava.
Benji: Não consigo ficar longe de ti… – a sua voz transmitia exactamente o que ele estava a sentir e a forma intensa como ele tinha dito aquelas palavras fez com que o meu coração se precipitasse em batimentos fortes e bastante rápidos.
Ele começou a aproximar-se bastante de mim, aquela aproximação fazia com que o meu coração batesse a mil, estávamos mesmo muito perto um do outro, eu sentia a embater no meu rosto a sua respiração irregular, o meu coração batia tão rápido que eu mal conseguia fazer a oxigenação do sangue. Os olhos dele estavam fixos em mim, os nossos lábios cada vez mais próximos, o calor consumia o meu corpo, eu estava em chamas. Os seus lábios moveram-se e ele emitiu um som, um som de receio do que ele iria dizer a seguir e que eu esperava ansiosamente. Benji: Eu amo-te Patrícia – a intensidade das suas palavras deixou-me completamente paralisada, eu podia jurar que o meu coração tinha parado de bater por alguns segundos, estava sem pinga de sangue.
Eu não esperava o que ele iria fazer a seguir, o meu coração deu de novo um baque surdo quando ele me agarrou firmemente com os seus braços encostando-me bruscamente à parede e sem se afastar ou recuar, os seus lábios tocaram os meus, eu fiquei atónita a olhar para ele, os meus olhos foram-se fechando enquanto os meus lábios se moviam ao mesmo tempo que os dele, os movimentos dos nossos lábios eram sincronizados e harmoniosos, os dele eram também bastante ansiosos, ele encostou o seu corpo ao meu, agora sentia com toda a precisão todos os seus batimentos cardíacos irregulares, sentia o calor do seu corpo, era extremamente agradável, o sangue começava a aflorar-me as maçãs do rosto. As luzes estavam apagadas o que davam àquela sala um ambiente fantástico e acima de tudo quente, uma onda de calor invadia o meu corpo por completo.
Ele afastou os seus lábios dos meus, eu não queria que ele se afastasse, queria que os seus lábios continuassem a tocar os meus, sem interrupções…
Ele olhou docemente para mim e disse: desculpa ter-te agarrado assim… – disse ele coçando a cabeça embaraçado.
- N-n-n-não faz mal – disse eu gaguejando, eu estava completamente atordoada – Por favor beija-me! – Disse eu com o desejo de tocar os seus lábios de novo a inundar-me por completo a voz. Eu saltei para os braços dele pondo os braços à volta do seu pescoço e as minhas pernas à volta da sua cintura, com o impulso do meu salto, ele desequilibrou-se e ficámos os dois estendidos no sofá.
- Amo-te! – Foram as últimas palavras que proferi antes de o beijar.
Foram vários beijos, todos eles longos e apaixonantes, beijos que ambos desejávamos; os lábios dele passavam suavemente sobre os meus, enquanto a minha língua descobria docemente cada recanto da boca dele.