sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Capítulo 7 - Banho de Espuma - fanfiction "Tudo é Possível"

Nádia: Foi bom o tempo de lua-de-mel, mas já acabou!
Bruce: De estar tanto tempo sem os meus amigos, fiquei com saudades deles!
Nádia: Eles já viram a nossa casa?
Bruce: Não, porquê?
Nádia: Já sei! Vamos dar uma festa na piscina!
Bruce: Uma festa de espuma!
Nádia: Como?
Bruce: Eu vou á loja, comprar sabonete ultra-concentrado para a espuma!
Nádia: Boa ideia, eu vou tratar de telefonar-lhes.

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Iam chegando á festa, casalinho a casalinho, primeiro o Mark e a Alicia, o Oliver e a Patty, o Benji e a Joana, e por último, o Philip e a Jane.
Bruce: Meus malandros! Tive saudades vossas!
Philip: O malandro júnior está emocionado!
Bruce: Sou pequenino, mas chego onde quero!
Todos começaram a rir-se e a chamar malandro júnior ao Bruce.
Bruce: De castigo! Toda a gente para a piscina!
Benji: É já de seguida, e acompanhado!
Joana: AH? Nem penses...
Nem teve tempo de acabar de falar. Ele agarrou nela e saltou para a piscina.
Joana: Já sabia!
Benji: Agora já está!
Saltaram todos para a piscina. Excepto Bruce, foi á varanda e começou a deitar o sabonete.
Bruce: EH! EH! EH!
Alicia: Não vale!
Bruce: Agora mexam a água para ganhar espuma!
Começaram todos a mexer-se como podiam, e a atirar água uns para os outros.
Bruce desceu a correr e saltou bem alto para a piscina.
Mark: Que tsunami!
Bruce: Ao menos já fiz espuma, mais que vocês todos juntos! EH! EH! EH!
Philip: Sabes o que é que foi?...Os doces!
Bruce: Aonde?!? Onde estão os doces?
Todos começaram a rir-se, e o Bruce começou a coçar a cabeça.
Nádia: Caramba! Já temos espuma de um metro! Acho que já chega!
Oliver: Se fosse neve...Começava já a atacar!
Bruce: Maroto!
O Oliver tira um balão do bolso e enche-o de água. Atira-o para as costas do Philip.
Philip: Quem foi?
Dito isto, começou a brincadeira! Era água por todos os lados.
Joana começou a mergulhar. Pouco depois bateu com a cabeça nas pernas de alguém. É puxada pelos braços á tona da água. Claro, só podia ser o Benji, ele agarra-a e dá-lhe um beijo longo e doce.
Joana (sussurrando) : Tive uma ideia! Vamos pregar uma partida ao Oliver e á Patty! Temos de fazer com que eles se beijem!
Benji: Eu vou ao Oliver.
O plano entrou em acção. Cada vez mais perto um do outro... E certinho! Deram um beijo!
Joana: Só LOVE!
Oliver: Olha quem fala!
Joana: E com muito gosto!
Ela agarra no Benji e dá-lhe um beijo.
Claro que os outros tinham de aproveitar o momento romântico... Começaram todos aos beijinhos!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Urgente - Espero que todos colaborem!

Precisamos da vossa ajuda para conseguirmos convencer os senhores da RTP2 a passarem de novo os filmes de "Capitão Tsubasa" outra vez...
por isso sigam os seguintes passos ou então enviem um e-mail para este endereço de correio electrónico: conselho.opiniao@rtp.pt

Passo 1: acedam ao site da RTP e cliquem onde diz RTP2


Passo 2: Depois de acederem ao site da RTP2 teram que clicar em contactos, na barra lateral do lado esquerdo do ecrã como está seleccionado na imagem:


Passo 3: teram que clicar onde diz "AQUI" como está indicado na imagem:


Passo 4: Depois de tudo isto aparecerá uma página da Internet (também pertencente ao web site da RTP) e teram que clicar em Feedback como está assinalado na imagem:

Depois disso basta escreverem a vossa mensagem, onde deveram colocar, o vosso nome e idade.
Eu já o fiz, chegou a vossa vez! Vamos lutar por isto!


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

DIAS DE POSTAGEM DE FANFICTION'S

Segundas-Feiras - fanfiction "A New Life"
Sextas-Feiras - fanfiction "Tudo é Possível"

Desafio Personagem do Mês!

O Vencedor do desafio Personagemdo mês de Dezembro... com um desenho de Bruce Ishizaki, foi a Cátia Soares com 77 votos!



Obrigada a todos(as) por votarem!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Capítulo 12 – Um Aniversário Especial - fanfiction "A New Life"

Livro 2 – Patrícia
O dia do meu aniversário tinha chegado… era dia 7 de Dezembro, Segunda-Feira, mas havia outra pessoa que também fazia anos nesse dia… era ele, a pessoa que eu já tinha perdido.
Ia ser um dia como outro qualquer, pelo menos para mim, eu não tinha vida, por isso nem valia a pena festejar o meu aniversário.
Eram 20:00h e a minha irmã estava a preparar-se para ir para casa do Oliver, pois tinham todos combinado encontrar-se lá para depois seguirem caminho para a casa do Benji, celebrar o seu aniversário.
Não é que eu gostasse muito de festas e de aniversários, mas também queria festejar com eles, mas não tinha coragem suficiente para aparecer na festa e enfrentá-lo cara a cara.
Rita: Tens a certeza que não queres vir? – Eu não lhe consegui responder, porque nem eu sabia bem o que queria, estava dividida, o meu coração dizia para ir, mas o meu sexto sentido dizia que não.
Achei melhor dizer que não; eu ainda não conseguia proferir nenhuma palavra, desde aquele dia, eu quase não falava, passava todas as horas em silêncio profundo, então abanei a cabeça dizendo que não.
Rita: hum, ok… então feliz 17º aniversário. Até já – disse dirigindo-se para a porta.
- Hey! Desculpa pelo que te disse no outro dia.
Rita: não tem importância, eu compreendo, mas agora eu tenho mesmo de ir, devem estar todos à minha espera – disse ela um pouco apressada, eu ri-me e disse: vai lá e boa festa…
Rita: Podes crer que sim… – disse sorrindo e saindo pela porta.

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Livro 1 – Rita
Eu tinha apenas que me dirigir para a casa do Oliver, mas mesmo sendo perto eu estava atrasada…
Quando cheguei bati ansiosamente à porta, quem é que a abriria? Será que era ele? O meu coração ia batendo mais rapidamente, a uma certa altura eu pensei que ele tivesse saído do meu peito.
Finalmente alguém abre a porta, ele estava deslumbrante, lançou-me um sorriso encantador, que como sempre, me deixava sem ar, o seu rosto era mais belo que o rosto de um anjo, a cor dos seus olhos ainda o tornava mais doce…
Ele tinha vestido uma camisa branca meio amarrotada, mas muito bonita à mesma, ela não estava completamente abotoada, dois dos botões da camisa estavam desabotoados, eu apenas controlava a minha vontade de os desabotoar todos…
Os punhos da camisa também não estavam abotoados e as mangas estavam arregaçadas, por cima da camisa tinha um colete preto, justo ao seu corpo, o que fazia com que o seu peito e os seus abdominais torneados sobressaíssem mesmo por de trás da roupa, tinha também umas calças de ganga preta, não muito largas nem muito justas à perna e tinha calçados uns lindos All Star pretos, que pareciam novos. O seu cabelo estava ao natural sem gel nem laca, estava simples, mas radiante, ele não precisava de nenhum esforço para ficar lindo, porque… ele era perfeito, não era pela roupa que usava, nem pela sua boa aparência ou pela sua boa forma física, mas sim pelo carinho, ternura e doçura que ele transbordava para todos à sua volta. Eu amava-o mais do que tudo.
Por incrível que pareça, e nós nem sequer tínhamos combinado, a gama de cores que eu tinha escolhido para mim também era à base de preto e branco.
Eu tinha uma blusa de mangas cavas branca, feita de um tecido muito leve que à mínima aragem se agitava, eu achava era que o decote era muito acentuado… por isso levei o meu casaco da “adidas” preto com riscas brancas na zona dos braços e dos ombros, do lado esquerdo do peito estava o símbolo da “adidas”, os nossos pais tinham comprado um casaco para cada uma, para mim e para a minha irmã. Também tinha as minhas mangas do casaco arregaçadas, tal como ele, as da camisa. As calças que eu trazia eram também de ganga, mas esta era azul, também levava os meus All Star pretos, mas os meus estavam um pouco gastos, pois eram eles onde me sentia mais confortável e além disso, quando fomos convidados pelo Benji ele deixou bem explicito que ia haver bastante música e dança, por isso resolvi optar por um “look” mais desportivo, tal como todos os outros que se encontravam naquela casa.
Não tinha feito absolutamente nada com o meu cabelo, ele estava liso e longo, dava-me até à cintura, só tinha uma bandolete com um laço meio enviusado do lado direito, que nem sequer me prendia a franja, esta era bastante grande e lisa e dava-me até aos olhos, mas não passava dai.
Os olhos dele brilhavam cada vez mais quando olhava para mim, ele disse: Estás linda… – disse com o chocolate dos seus olhos a derreter-se cada vez mais e com a voz inundada de doçura.
- Tu também, estás um espanto – disse eu sorrindo e aproximando-me dele para tocar os seus lábios, os meus lábios encontraram os dele, os meus eram um pouco ansiosos mas doces em simultâneo, os dele eram completamente meigos e quentes.
Eu já me tinha esquecido que me encontrava à porta de entrada da casa do Oliver e que estava um monte de gente a observar-nos e à espera para ir a uma festa. Só a sensação de estar a ser observada é que me fez parar, o sangue começou rapidamente a aflorar-me as maçãs do rosto, será que eu nunca me iria conseguir conter quando ele estivesse por perto?
Quando me afastei o Toby disse tocando-me no rosto: adoro quando fazes isso… – eu tinha a certeza de que ele tinha sentido o quão quente estava o meu rosto.
Bruce: muito bem pombinhos, mas agora, já podemos ir? – Perguntou com um tom de impaciência a denotar-se na sua voz.
Oliver: sim claro, vamos – disse o Oliver com uma réstia de riso na voz, devido ao que tinha acabado de acontecer em frente dos seus olhos.

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Estávamos quase a chegar à casa do Benji, mas eu continuava preocupada e sabia muito bem que essa preocupação estava bastante visível no meu rosto e nos meus olhos. O Toby olhava para mim com bastante atenção e perguntou: O que tens? Pareces preocupada…
- Nota-se assim tanto? – Perguntei, como se eu não soubesse que eu não conseguia esconder nada dele – sim… estou, estou preocupada com a situação da minha irmã com o Benji – não conseguia tirar da minha cabeça aquela imagem da minha irmã sentada nas escadas a chorar angustiada, devido ao que se tinha passado com o Benji, não conseguia deixar de estar preocupada com ela.
Toby: Vais ver que tudo vai ficar bem… mas não fiques assim – disse ele tentando tranquilizar-me – agora relaxa e acima de tudo, aproveita a festa – ele aproximou bastante o seu rosto do meu e sussurrou-me ao ouvido com ternura: comigo… – eu sentia agora a embater no meu rosto a sua respiração calma, eu não me conseguia controlar, o meu coração batia mais rápido cada vez que ele se aproximava. Ele era tão doce, eu não conseguia resistir, mesmo que quisesse; os meus lábios voltaram a tocar os dele, era impossível não beijar aqueles lábios doces e meigos.

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Tínhamos acabado de chegar, o Oliver tocou à campainha, não demorou muito tempo até começarmos a ouvir uma voz conhecida com um tom grave e calmo, vinda do intercomunicador.
Benji: ah aqui estão vocês… – disse ele, mesmo não o vendo, senti um sorriso na sua voz, não que fosse de felicidade, mas ele parecia estar a tentar falar com um tom mais alegre, o que não estava a ser propriamente fácil.
Respondemos todos: Parabéns Benji!
Ouvimos o automatismo do portão a abrir-se, começámos todos a entrar, alguém vinha ter connosco a correr, ao longe via-se um vulto a vir na nossa direcção, era baixo e parecia que se apoiava em quatro patas, só quando ouvi um latido é que percebi que era o Yuki, o cão do Benji, era um pastor alemão bastante grande, o que me assustou um pouco.
Mesmo atrás dele vinha um rapaz com um boné vermelho que se denotava ao longe, ele estava com umas calças de ganga, uma t-shirt branca e uns ténis, que pelo símbolo… eram da “adidas”.
Ele gritava para o cão dizendo: hey! Calma amigo! – Quando o apanhou, foi a brincadeira total, pareciam que estavam os dois a sorrir, tanto o Benji como o Yuki.
O Benji deixou o seu querido amigo canino e cumprimentou-nos: Obrigado a todos por terem vindo… – ele olhava em sua volta, mas o seu olhar ficou desapontado, pois a pessoa mais importante tinha faltado à festa.
Benji: Bem, entrem, estão ai a fazer o quê? A ganhar raízes? – Disse tentando esboçar um sorriso.
Se eu já tinha ficado boquiaberta com o espaço que aquela mansão tinha cá fora nem imaginava o que me esperava lá dentro.
Era tudo grandioso e reluzente, a casa estava bastante bem organizada e limpa, no centro da sala de jantar estava uma enorme mesa cheia de comida, doces e bebidas. Também tínhamos um salão, em que no tecto se encontrava uma bola de espelhos que com as luzes dos holofotes fazia milhões de reflexos, e a música que se fazia ouvir vinha de uma estrondosa aparelhagem que inundava todo aquele salão de ritmo. Ao lado da aparelhagem havia ainda uma grande mesa de mistura, será que ele tinha contratado um DJ?
Nós fomos direitos ao salão, pois o que queríamos mesmo era festejar e esquecer as preocupações. O Mark perguntou ao Benji: Olha importas-te que eu seja o DJ?
Benji: claro que não, vai lá…
Assim que o Mark saltou para trás da mesa de mistura, mais ninguém se dignou a parar de dançar, eu reconheci a música por de trás de todos aqueles efeitos sonoros, era “Everytime We Touch” da Cascada.
Toby: a senhora… dá-me a honra desta dança? – Perguntou no meio de um sorriso e estendendo a sua mão.
- Claro… – disse eu agarrando a sua mão.
Ele fez com que eu desse uma volta e depois puxou-me para perto dele, o meu corpo ficou tão perto do dele que eu já nem sequer me sentia em mim, os nossos rostos estavam muito próximos, eu sentia a sua respiração irregular e o seu coração a bater acelerado, ele sorriu e disse: Agora és minha… – disse ele aproximando o seu rosto do meu, eu estava mesmo quase a tocar os seus lábios quando ele me afastou rapidamente, fazendo com que eu desse uma centena de passos de dança. Ele puxou-me de novo num movimento rápido, encostou o seu rosto ao meu, as nossas respirações estavam ambas alteradas, ele aproximava-se cada vez mais de mim, eu lutava contra a minha vontade de o beijar, consegui esquivar-me e disse com um sorriso matreiro: tu é que pediste… – disse eu começando a fazer vários passos de dança, uns mais agressivos que outros, mexendo sempre a minha cintura em movimentos circulares, cada vez aproximando mais o meu corpo do dele. Ele acompanhava o meu ritmo e segurava-me firmemente nos seus braços fortes, desde ai não parámos de dançar. O ambiente era bastante quente, mas eu sentia-me bem, e o cansaço não me afectava nada.
O Mark anunciou ao microfone que se encontrava afixado à mesa de mistura: e o Toby e a Rita dominam a pista de dança!
As músicas iam passando e mudando, mas a dança prosseguia sempre com bastante energia, os nossos corpos quentes e transpirados estavam cada vez mais próximos ao ritmo da música. Os nossos rostos aproximavam-se cada vez mais, os meus lábios encontraram de novo os dele, tanto os meus lábios como os dele eram ansiosos e talvez um pouco agressivos.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Novo Vídeo Clip do Grupo Japonês - MAX


fonte do Vídeo: youtube


Para quem não sabe, este grupo japonês é o autor da música de encerramento de Captain Tsubasa Road to 2002, que tem por título Feel So Right.
Esta música tem por nome (Donna Toki Mo ou どんなときも。 ), traduzindo para Português: "Em Todos os Tempos".
Espero que gostem da música tal e qual como eu gostei.

Letra:

Boku no senaka wa jibun ga omouyori shoujikikai?

Dareka ni kikanakya fuan ni natteshimauyo
Tabidatsu boku no tame ni chikatta ano yume wa
Furuboketa kyoujitsu no sumi ni okizari no mama
Ano dorodarake no SUNI-KA- jya oikosenai no wa
Densha demo jikan demo naku bokukamo shirenaikedo

Donna toki mo donna toki mo
Boku ga bokurashiku aru tame ni
"Suki an mono wa suki!" to
Ieru kimochi dakishimetetai
Donna toki mo donna toki mo
Mayoi sagashi tsuzukeru hibi ga
Kotae ni naru koto boku wa shitterukara

Moshimo hoka no dareka wo shirazu ni kizu tsuketemo
Zettai yuzurenai yume ga boku ni wa aruyo
"Mukashi wa yokattane" to itsumo kuchi ni shinagara
Ikiteiku no wa hontou ni iya dakara
Kietai kurai tsurai kimochi
Kakaeteitemo
Kagami no mae warattemiru mada heiki mitaidayo

Donna toki mo donna toki mo
BIRU no aida kyuukutsu sou ni
Ochite iku yuuhi ni
Aseru kimochi tokashite ikou
Soshite itsuka dareka wo aishi
Sono hito wo mamoreru tsuyosa wo
Jibun no chikara ni kaete ikeru you ni

Donna toki mo donna toki mo
Boku ga bokurashiku aru tame ni
"Suki na mono wa suki!" to
Ieru kimochi dakishimetetai
Donna toki mo donna toki mo
Mayoi sagashi tsuzukeru hibi ga
Kotae ni naru koto boku wa shitterukara

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Capítulo 11 - Eu Perdi-o... - fanfcition "A New Life"

Livro 2 – Patrícia
Eu não percebia o que tinha acabado de acontecer em frente dos meus olhos, mas tinha o ligeiro pressentimento que a culpa tinha sido minha…
Levantei-me e sai em busca dele.
Eu estava preocupada… o que se teria passado?
Abri a porta e de novo me deparei com os seus olhos profundos, no seu olhar estava um misto de raiva e daquele novo brilho, o novo brilho que eu não sabia descrever.
Ele pergunta-me tentando controlar o tom da sua voz: o que estás aqui a fazer?
- Eu, eu vim saber o que se passou.
Benji: o que passou… – disse rindo sarcasticamente – o que se passou foi que… eu, estou, farto! Ouviste farto! Farto dos teus comentários estúpidos, tudo o que dizes e fazes! Pensas que és a vítima mas na verdade as pessoas que estão à tua volta é que sofrem, estás sempre a estragar a felicidade dos outros, achas que isso é justo?
- Não, mas… – ele não me deixou continuar e prosseguiu com o tom de voz bastante alterado, todo o esforço que ele tinha feito até agora para controlar o seu timbre foi em vão: Não agora não falas, agora quem fala sou eu! Tu tens apenas o direito de ficar calada! És tu quem se nega a ser feliz! És tu quem se nega a amar… – ele foi moderando o seu tom de voz – eu nem percebo… como é que eu te posso amar tanto… como é que eu me fui apaixonar por uma pessoa que despreza completamente o amor e a felicidade… – dizia ele em tom de culpa.
Eu escutava com bastante atenção todas as palavras, sílabas e letras que ele proferia, e eu sabia que quem tinha toda a razão era ele… Tudo o que eu tinha feito até agora era horrível, eu tinha de estragar sempre tudo! Que estúpida que eu sou! Agora sentia que podia perder aquele que eu mais amava. Só me apercebia agora que tudo aquilo que o meu coração voltou a sentir era… era amor.
Ele colocou o seu chapéu para baixo, tapando os seus olhos cor cinza que eram o espelho daquilo que se passava com o seu coração, permitindo ver-se apenas uma pequena parte do seu lindo rosto e dos seus lábios que tinham uma expressão triste e magoada.
Ele virou-se e começou a andar em frente, sempre com o seu rosto virado para baixo. Eu Não podia deixar que ele se fosse embora, por isso agarrei o seu braço: Benji… espera… – disse com a voz a falhar na última sílaba, eu fui-me aproximando cada vez mais do seu rosto e quando o meu já se encontrava encostado ao dele eu disse: eu… eu amo-te… – eu inclinei-me mais, mas ele parecia uma estátua, ele desviou o seu rosto e disse: esquece, cresce um pouco e depois falamos… eu vou-me embora.
Eu fiquei imóvel sem reacção e ele seguiu em frente desaparecendo ao longe.
Eu só pensava no que ele me tinha dito: cresce um pouco e depois falamos.
Ele tinha razão eu tinha sido infantil e estúpida. E só me apercebi disso quando o perdi… para sempre.
Era ele que fazia com que o meu coração se agitasse, mas era eu que impedia o meu coração de amar, porque não me queria magoar de novo… eu era uma cobarde.
Agora sentia-me sozinha… não havia mais nada a não ser, uma estrada que se estendia à minha frente e uma árvores que pareciam não ter vida… tinha tudo morrido para mim.
Eu perdi-o… – era a única coisa que estava no meu pensamento.
Sentei-me nas escadas, os degraus estavam frios e um pouco húmidos, eu ainda estava em choque, completamente paralisada. O frio congelava-me os ossos, mas já não me importava nada, por isso bem podia morrer congelada!
Na verdade era mesmo isso que eu queria, MORRER!

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Livro 1 – Rita
Não havia maneira da Patrícia passar de novo aquela porta, o que se poderia ter passado para demorar tanto?
Eu ainda estava aconchegada naqueles braços fortes e meigos, com a cabeça encostada ao seu peito quente. Encostei suavemente o meu rosto ao seu pescoço, o calor que emanava era doce e extremamente reconfortante.
Quando ele sentiu o meu rosto tocar o seu pescoço ainda me aconchegou mais em seus braços e deu-me um leve beijo na testa.
Toby: O que achas que se passou?
- Não sei – afastei o meu rosto para conseguir visualizar os seus olhos, eu perguntei: importas-te que vá lá fora ver o que se passa?
Toby: É claro que não – disse sorrindo, ele puxou o meu rosto para perto do dele e deu-me um suave beijo nos lábios – não demores, já sinto saudades.
- Eu não demoro… – disse eu desaproximando-me dele com alguma dificuldade, era tão difícil deixá-lo nem que fosse por alguns segundos…
Sai rapidamente pela porta lá para fora e deparei-me com a minha irmã sentada no último degrau das escadas com os cotovelos apoiados nas pernas e com as mãos dela a ampararem a cabeça, impedindo que ela descai-se.
Desci rapidamente os degraus até chegar a onde ela estava sentada. Sentei-me e perguntei com a preocupação a inundar-me a voz: Patrícia estás bem?
Demorou algum tempo até ela reagir ao que eu tinha perguntado, mas passado um pouco ela olhou para mim, eu fiquei surpreendida ao ver que nos seus olhos estavam pequenos cristais líquidos, que com o mínimo embater de luz reflectiam as cores do arco-íris.
- Estiveste a chorar? – Perguntei surpresa.
Ela não me respondeu nem a uma nem a outra pergunta, parecia que não conseguia falar, ou que alguma coisa a impedia de produzir algum som… Ela estava muito estranha.
- Vais contar-me o que se passou? Ou pretendes ficar calada?
Patrícia: tens o direito de ficar calada! – Pensava ela na frase que o Benji lhe tinha dirigido.
Patrícia: Eu, eu perdi-o…
- O quê? De que estás a falar? – Perguntei confusa.
Parecia que cada palavra que ela proferia era um sacrifício enorme dizê-la, mas ela continuou ainda a chorar: eu perdi-o Rita, eu perdi a pessoa que me amava e que eu amava…
- Estás a falar do Benji?
Patrícia: sim… estou, aquele convencido desta vez tem toda a razão… – Disse ela com um leve tom de raiva na voz.
- Nunca imaginei que pudesses gostar dele… – disse eu ainda em choque.
Patrícia: Eu amo-o, mas estraguei tudo, como faço sempre… E agora não há volta a dar… Eu perdi-o para sempre.
- Não digas tolices! Não podes desistir daquilo que realmente queres! Vai acabar tudo bem vais ver… – disse eu encorajando-a a não parar de lutar.
Patrícia: para ti é fácil falar… – disse com um tom de desprezo na voz.
- O quê? – Perguntei indignada – Ouviste o que acabaste de dizer? Eu estou a tentar ajudar-te e é assim que me agradeces? Posso não ter passado pelo que estás a passar agora, mas sofri muito, tal como tu, com a morte dos pais! – Disse tentando chamá-la à razão, o que ela tinha acabado de dizer magoou-me bastante.
Patrícia: Sim até pode ser que seja… – disse desprezando completamente o que lhe tinha acabado de dizer.
- Até pode ser que seja? – Perguntei de novo, agora com um sentimento de raiva a aflorar-me a voz.
Patrícia: sim é mesmo isso que tu ouviste… mas agora se me dás licença, eu vou dormir, estou com uma dor de cabeça enorme.
Ela desapareceu para dentro enquanto eu ainda assimilava o que tinha acabado de ouvir, ela tinha-me magoado a sério…
Eu também decidi voltar para dentro, pois só aquele doce calor e aqueles batimentos cardíacos me acalmavam.
Eu entrei em casa, era de uma certa forma agradável estar de novo lá.
Eles continuavam todos na sala de jantar, conversavam e esperavam ansiosamente para saber o que realmente tinha acontecido, eu tinha de dizer alguma coisa, só não fazia ideia do quê. Também poderia magoar a minha irmã tal como ela me fazia constantemente, mas não tive coragem para fazê-lo, por isso decidi inventar uma desculpa para a saída repentina do Benji.
O Oliver interrompeu o meu pensamento e perguntou com a preocupação a inundar-lhe a voz: O que se passou com o Benji?
- Foi para casa, porque estava com dor de cabeça – disse eu mentindo.
Oliver: ai sim? Então eu – disse olhando para a Sanae – eu vou ver se ele está bem – ele beijou-a e saiu lá para fora à procura do seu amigo.
Eu sentia-me desamparada ali em frente de todos, mas de repente senti uns braços a puxarem-me delicadamente pela cintura. Ele abraçou-me carinhosamente, agora sentia-me segura nos seus braços, o seu abraço quente e cheio de ternura era completamente irresistível.
Eu pus os meus braços em volta do seu pescoço e os meus lábios voltaram a tocar os dele docemente, a cada milésimo de segundo o meu coração batia mais rápido, só por tê-lo ao meu lado. Eu sentia-me completa…
Afastei-me e dei-lhe um abraço bem apertado, não era possível uma pessoa ser tão quente e doce, mas ele era… e era ele que eu queria, para sempre…
Ele passa delicadamente a sua mão pelo meu cabelo e pergunta: O que se passou?
Eu não conseguia mentir-lhe por mais que tentasse… não conseguia, se não estivesse com os meus olhos presos nos dele era menos difícil mentir, mas porque é que continuava a proteger a minha irmã?
Mantive o meu rosto virado para baixo e disse: ele foi para casa porque estava com dor de cabeça – disse eu com alguma dificuldade… eu não tinha mesmo jeito para isto.
Ele puxou o meu rosto para cima delicadamente: Não vale a pena esconderes… eles discutiram não foi? –perguntou olhando-me nos olhos, agora é que eu não ia conseguir esconder nada dele.
- Bolas apanhaste-me, sim eles discutiram… e ela está mesmo mal, eu diria que ela está de rastos…
Toby: vais ver que vai acabar tudo por ficar bem… mas primeiro, promete-me uma coisa… – disse ele com um sorriso deslumbrante.
- Eu prometo – disse eu decidida.
Toby: Não fiques triste… não suporto ver-te assim – ele faz-me uma carícia no rosto – sorri para mim…
Eu tinha prometido, por isso cumpri a minha promessa, embora naquele momento fosse difícil esboçar um sorriso, eu consegui… sorri com o mesmo sorriso que tinha visto reflectido no espelho, era impossível não responder a um pedido dele…
Toby: ficas ainda mais linda quando sorris – disse inclinando o seu rosto até os seus lábios tocarem os meus, os seus lábios eram doces e meigos, eu tinha a certeza de que nunca me iria fartar dos seus beijos doces… cada vez os ansiava mais.
- Eu já te disse que te amo? – Perguntei em tom de brincadeira.
Toby: não – disse fingindo um ar triste e com um sorriso matreiro.
- Watashi wa anata o aishite imasu! (Eu amo-te!) – Disse eu em japonês.
Toby: Sabes falar japonês? – Perguntou surpreendido, os seus olhos transmitiam exactamente o que ele estava a sentir… Eu ri-me da sua reacção e disse: sim sei… por isso eu repito: watashi wa anata o aishite imasu.
Toby: To watashi wa anata… (e eu a ti) – ele beijou-me de novo carinhosamente.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Capítulo 6 - O Aniversário da Briana - fanfiction "Tudo é Possível"

Era o aniversário de Briana (amiga de Patty e de Joana...), ela fazia sempre questão de dar uma grande festa! Mandou convites para todas as amigas e começou a preparar a festa.

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Briana: AI! Queima!!!
Mãe: Eu disse para teres cuidado! Deixa lá que eu trato disso!
Briana: Está bem, eu vou antes pendurar os balões...
Mãe: Espera aí! Pega lá o teu presente para meteres no mealheiro!
Briana: Obrigada! Mas já sabes que era escusado, gastaste muito dinheiro na minha faculdade...!
Mãe: Hoje é o teu aniversário! Não te preocupes!
A Briana subiu as escadas e foi buscar a saca dos balões...

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(Na loja)
Patty: Aquela mala, acho que era ideal para ela, não achas, Joana?
Joana estava tão entretida a ouvir música dos auscultadores, que até já cantava, e não ouvia a Patty.
Patty: Estás a ouvir? Terra chama Joana! Acorda!
Arranca-lhe um auscultador do ouvido e ela estremece.
Joana: AH??? Que foi?!?
Patty: Estavas tão entretida com a música que até já cantavas!!!
Joana: Eu estava a cantar?!?
Patty: Desde que meteste os auscultadores no ouvido, não paras de cantar!!!
Joana: Que vergonha!
Patty: Não tens de ter vergonha! Ouve pessoas que pararam para te ouvir!
Joana: EU CANTO BEM???
Patty: Cantas lindamente! Mas mudando de assunto, achas que a Briana gosta daquela mala?
Joana: É lindíssima! Eu acho que lhe vou comprar aquele vestido!
Patty: Também é lindo e fica a condizer! Eu vou andando para a caixa.
Joana: Eu já vou lá ter!

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(Quando chegaram à festa)
A Patty e a Joana, tinha combinado levarem roupa igual: Uma t-shirt vermelha ás riscas branco; Umas calças vermelhas; Um casaco vermelho; Umas sapatilhas (All-Star) Brancas.
Briana: Olá! Pelos vistos vêm bem acompanhadas! - Disse piscando o olho.
Patty: Olha a aniversariante a piscar!
Briana: Vocês vieram cedo, eu nem estou arranjada!
Joana: Sendo assim, se gostares da minha prenda, podes usá-la já!
Briana: AI! Que bonito! Eu não acredito! Eu ia comprá-lo!
Patty: Eu dou-te também já o meu...
Briana: Como é que adivinhaste?!? Eu queria esta mala! Muito obrigada ás duas!
Patty: Vai lá vestir-te! Daqui a pouco chega mais gente!

(Quando já tinha chegado toda a gente)
Mãe (Da Briana): Está na hora de cantar os parabéns!
Toda a gente se concentrou à volta do bolo e da Briana. Começaram a cantar... Porém os marotos do Oliver e do Benji, tinham combinado começar a cantar a letra de trás para a frente. Foi uma risota pegada! Todos se baralhavam e perdiam-se no riso!
Bruce: Assim não vale! Até me enganei e comecei a cantar o “pau ao gato”!
Mark: Já agora, cantavas a música da carochinha!
Começaram todos a rir-se.
Nádia (a cantar): Muito felicidade e muitos anos de vida!
Bruce: Já está resolvido!
Nádia: Pois está gatinho!
A Briana soprou as velas e pediu um desejo.
Mark: Cuidado, Bruce! Os doces fazem-te mal! Ainda ficas como uma bola de Berlim! – Disse num tom de gozo.
Bruce: Está muito bom! Posso comer mais?!? – Disse sem ligar ao Mark.
Oliver: Já se punha uma musiquinha, não acham?!?
Philip: De trás para a frente?!
Patty: Karaoke!
Joana: Hum... quem é que vai cantar?
Todos ao mesmo tempo: TU!!!
Tippy: Estou com curiosidade de te ouvir a cantar! Já ouvi dizer que cantas muito bem!
Todos: JOANA!!! JOANA!!! JOANA!!!...
Joana: Está bem! Eu canto! Mas só com uma condição...!
Briana: Sim... Eu sei... Eu sei! Podes usar o piano electrónico!
Ela: Dirigiu-se ao piano, ligou-o, e começou a tocar e a cantar.
Todos ficaram encantados. Quando Joana fez o gesto para os convidar a cantar também. Uns começaram a cantar (e o Bruce a fingir!) e outros, apenas a dançar.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Postagem no Blogue durante o tempo de aulas

Pessoal, esta semana é a brincar mas para a próxima vai ser a dar o litro na escola, por isso se não conseguir postar as fanfictions a tempo, eu prometo que arranjo um tempinho num fim-de-semana, mas não se preocupem elas vão aparecer, nem que fique acordada até à uma da manhã ou duas se for preciso.
E com os testes intermédios para todas as disciplinas e os exames à porta, seguidos dos testes, não vou poder dar muita atenção ao blogue.
Porque eu tenho de estudar e tirar boas notas, tal como neste período.
Ter boas notas e tomar conta da administração de um blogue não é uma das coisas mais fáceis do Mundo.

Espero que consigam compreender... não me posso mesmo desleixar este ano, é a prova final.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Capítulo 10 - Conflito de Emoções - fanfiction "A New Life"

Introduzi as chaves na fechadura para abrir a porta. Quando a porta se abre, do outro lado vejo uma casa cheia de gente; estavam lá todos, tanto da equipa feminina como da masculina.
Eu não fazia ideia do porquê da nossa casa estar apinhada de gente… será que?... Não a Patrícia não podia estar a dar de novo uma festa…
- Mas, mas o que é isto? – Perguntei espantada, embora o meu espanto fosse mínimo, a minha irmã era sempre a mesma coisa.
Patrícia: Uma festa, não se vê logo?
- Sim, mas…
Patrícia: maninha é para comemorar a dupla vitória – disse com um tom amargo.
Depois disso começaram todos a olhar para mim, quer dizer para nós, eu sabia exactamente qual a pergunta que se encontrava nos pensamentos de todos naquela sala: O que se passou para eles virem juntos?
A minha irmã meteu-me a mão em cima dos ombros e disse baixinho: depois, contas-me o que se passou – disse piscando-me o olho.
As minhas faces rapidamente começaram a corar: hum, sim.
Cada vez as minhas faces iam ficando mais quentes, o que é que eles pensariam de mim?
O Bruce como tinha a língua menos “presa” resolveu fazer a pergunta que toda a gente ansiava por saber a resposta.
Bruce: mas o que é que vocês os dois estavam a fazer juntos a esta hora? – Perguntou com o sorriso desonesto.
- Bem, nada… – disse eu tentando não parecer muito nervosa e com a voz firme, mas falhei por completo, a minha voz saiu de novo trémula e por vezes a falhar.
Bruce: ah sim, pois… – disse com um suave toque de ironia na voz.
Como não conseguiram arrancar nada de mim decidiram perguntar ao Toby, desta vez foi o Paul que teve coragem para perguntar: Vá, desembucha Toby!
Toby: bem, eu, ah… eu – gaguejava ele sem conseguir proferir uma só palavra.
Foi então que decidi esclarecer as dúvidas de toda a gente. Olhei-o nos olhos, puxei o seu rosto para perto do meu e disse baixinho: acho que isto vai resolver todas as dúvidas deles… – ele chegou um pouco mais o seu rosto como resposta à minha frase, e eu toquei de novo os seus doces lábios.
Patrícia: bem, já percebemos pombinhos – disse com um leve tom de nojo na voz – agora vamos mas é comer…
Eu arranjei coragem para afastar os meus lábios dos dele, sorri, com um dos meus melhores sorrisos, ele também.
Toda a gente batia palmas e gritava em tom de festa.
Bruce: Parabéns Toby, estava a ver que nunca mais… já estava farto de te ver sempre na Ritolândia – disse rindo-se à gargalhada.
Toby: Bruce! – Disse repreendendo-o, as suas faces ficaram ainda mais rosadas, ele era lindo e era meu…
Eu reparei que a cara do Benji não era lá muito animadora, cada vez que a minha irmã abria a boca para fazer um comentário parvo, ou seja quase sempre, ele parecia ficar ainda mais enraivecido. O que será que se estava a passar com ele?
- Bem pessoal, eu vou só lá acima mudar de roupa…
Patrícia: está bem, nós vamo-nos sentando.
Eles já se encaminhavam todos para a mesa, o cheiro da comida era bastante agradável, eu tinha dito que a minha irmã na cozinha era mesmo uma mestre…
O Toby é que continuava comigo, eu estava um pouco insegura mas perguntei na mesma: queres… subir?
Toby: sim, eu…
- Então vem… – disse pegando na sua mão e levando-o comigo para cima.

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Eu abri a porta do meu quarto e disse com a voz um pouco trémula: este é o meu quarto…
Os seus olhos examinavam com muita atenção todo o espaço. O meu quarto não era nada de especial, não gosto de coisas espampanantes. Era todo branco, as paredes estavam cheias de fotos coladas com fita-cola, fotos que me faziam lembrar de coisas muito boas, como os meus pais.
Tinha uma cama, se calhar um pouco larga demais para uma só pessoa, ao lado tinha uma mesinha de cabeceira, toda ela também branca, em cima da mesa estava um candeeiro em forma de bola de futebol, os meus pais sempre acharam muito estranho o meu fascínio pelo futebol, mas mesmo assim apoiavam-me, por isso compraram-me aquele candeeiro. Também tinha um armário cheio de roupa, vestidos, calças, sapatos, casacos, etc. e uma escrivaninha onde se encontrava o meu computador.
E também tinha uma porta que dava acesso à casa de banho, ficava do lado direito do quarto.
Toby: é muito bonito…
- Achas mesmo?
Toby: sim acho – disse sorrindo.
Nós entrámos e eu dirigi-me ao armário para escolher um vestido, tirei um vestido branco, curto, simples mas bastante bonito, na realidade era o meu favorito, também tirei um vestido preto, curto, cheio de folhos, rendas e de brilho, gostava dele, mas não era apreciadora de cores escuras e vestidos elaborados…
Primeiro pus o vestido branco à minha frente e perguntei-lhe: que achas? Este? – Depois pus o preto: ou este?
Toby: acho que o branco fica-te lindamente… – disse com doçura na voz.
Eu sorri e disse: era o que eu pensava… eu já volto – disse encaminhando-me para a casa de banho rapidamente, fechei a porta.
Pus-me de frente para o espelho e nele vi reflectida a imagem de uma rapariga bastante bonita, com os cabelos lisos e sedosos, eram também loiros e os seus reflexos eram lindos quando a luz incidia sobre ele, ela estava também com as maçãs do rosto bastante quentes e rosadas, os seus olhos eram castanhos e tinham um novo brilho, o brilho de quem ama… e o seu sorriso, o seu sorriso estava mais resplandecente que nunca…
Será que era mesmo eu que estava ali, em frente do espelho?
Vesti rapidamente o vestido que ele tinha escolhido para mim, sentia-me bem a envergá-lo, o tom da minha pele combinava com a cor do vestido.
Olhei outra vez para o espelho, mas vi de novo reflectida nele a imagem da bela rapariga de cabelos lisos e loiros, com um sorriso que iluminava tudo à sua volta.
Sai da casa de banho. Deparei-me com ele a observar a pequena moldura que se encontrava na mesinha de cabeceira, onde estavam eu, o meu pai, a minha mãe e a minha maninha. Todos com grandes sorrisos, sem nenhum sinal de tristeza… Eu sentia muito a falta deles…
Ele apercebe-se de que eu já tinha saído da casa de banho e diz embaraçado: desculpa… eu só estava ver…
- Não há problema…
Toby: Eram os teus pais, não é? – Perguntou com o receio a denotar-se extremamente na sua voz.
- Sim… eram – disse eu sentindo pequenas gotas de água que brotavam dos meus olhos a escorrer-me pelo rosto, eu estava a chorar.
Levei as minhas mãos aos olhos, mas não conseguia parar aquele oceano que se esvaziava a cada segundo dos meus olhos.
Ele veio logo ter comigo abraçando-me calorosamente, ele disse: desculpa… não queria fazer-te chorar, eu, eu não suporto ver-te assim, sou mesmo pateta – dizia ele culpando-se a si próprio.
O seu abraço quente, a sua voz doce e o ritmo do seu coração eram o melhor remédio para sarar a ferida que ainda permanecia aberta depois da morte dos meus pais, era ele que me fazia feliz, foi ele que me tirou daquela terra gelada onde estava o meu coração, foi ele… Não o podia culpar de nada, só lhe podia agradecer tudo o que ele tinha feito por mim.
Limpei as minhas lágrimas, tentei esboçar o sorriso com que estava ainda agora, mas era tão difícil.
- Não tens culpa de nada Toby, de nada – beijei-o de novo, os seus lábios macios e doces bastavam para me fazer feliz…

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Descemos os dois, para ir ter com toda a gente que estava lá em baixo, o jantar estava pronto, alguns deles já o tinham “devorado”.
Patrícia: estava a ver que vos tinha de ir chamar, mas como não queria ver cenas para maiores de 16 anos, decidi ficar à espera.
Eu ignorei-a por completo, não me ia estar a chatear com ela só por lhe dar ouvidos.
O Benji olhou para ela, ele parecia cada vez mais enraivecido com o que ela proferia, parecia que iria explodir a qualquer momento.
Como é que ele poderia amar alguém que pudesse desprezar tanto o amor?
Ele levanta-se abruptamente da mesa: Estou farto – disse batendo com o punho na mesa, a força embutida naquela pancada era tanta que todos os pratos e copos estremeceram.
Todos ficámos surpreendidos com o sucedido, o que será que se tinha passado com ele?
Ele saiu rapidamente de casa, batendo violentamente com a porta da rua.
A Patrícia ficou atónita sem perceber porque é que ele tinha acabado de fazer aquilo.
Patrícia: pessoal… eu, eu vou lá fora ver o que se passa – disse abandonando rapidamente a sala de jantar para ir ter com o Benji lá fora.

Desafio Personagem do Mês

Nós achámos mais justo serem vocês a escolherem malta! Votem na sondagem, no vosso preferido!
por isso, estão aqui as imagens dos desenhos que me foram enviados:

Desenho 1 - feito pela Cátia Soares



Desenho 2 - feito pela Ana Catarina Silva



Desenho 3 - feito pela Snizhana Krutiy


cliquem nas imagens para verem maior.